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Restauração ambiental impulsiona desenvolvimento regional em Minas Gerais e no Espírito Santo

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Com previsão de alcançar 100% da capacidade produtiva instalada a partir de 2028, a Samarco trabalha para ampliar a produção mantendo a sustentabilidade integrada às decisões que orientam suas operações em Minas Gerais e no Espírito Santo. Aos 49 anos, a empresa conduz programas ambientais e sociais que envolvem a restauração de florestas nativas na Bacia do Rio Doce, educação ambiental e o monitoramento da fauna e de recursos hídricos.

Um dos eixos centrais dessa agenda está no cumprimento dos compromissos assumidos no Novo Acordo do Rio Doce, homologado pelo Supremo Tribunal Federal em 2024. A empresa é responsável por ações de restauração florestal em 50 mil hectares e pela recuperação de 5 mil nascentes. Até agosto de 2026, mais de 47,6 mil hectares e 4,7 mil nascentes já haviam sido cercados para o processo de restauração. O trabalho envolve a coleta de sementes de espécies nativas da Mata Atlântica, produção de mudas, cercamento de áreas, plantio e monitoramento técnico.

Metas de restauração na Bacia do Rio Doce

Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco

Compromissos da Samarco no Novo Acordo do Rio Doce, homologado pelo STF em 2024

Nascente em processo de recuperação na Bacia do Rio Doce
Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco

Recuperação de nascentes

Meta5.000 nascentesRealizadoCercamento de 4,7 mil nascentes

Ações de conservação e restauração para melhorar a qualidade da água e fortalecer os ecossistemas

Muda de espécie nativa em área de restauração florestal
Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco

Restauração florestal

Meta50 mil hectaresRealizadoCercamento de 47,6 mil hectares

Áreas em processo de restauração com espécies nativas

O cercamento é uma das etapas do processo, que inclui ainda coleta de sementes nativas da Mata Atlântica, produção de mudas, plantio e monitoramento técnico

Fonte: Samarcorede98.com.br

As intervenções ocorrem em cerca de 3 mil propriedades rurais particulares em Minas Gerais e no Espírito Santo, mediante autorização e parceria direta com os produtores. O foco é a recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs), como margens de rios, nascentes e encostas. Além de recuperar a vegetação e aumentar a disponibilidade hídrica na bacia hidrográfica, o modelo movimenta a economia local ao gerar demandas por serviços florestais, manejo de campo, viveiros e coleta de sementes, integrando conservação e renda regional.

Outro componente dessa estratégia é o acompanhamento técnico da biodiversidade. A iniciativa é mantida por meio de programas permanentes de monitoramento de fauna terrestre, aquática e marinha, além de indicadores relacionados à qualidade da água, sedimentos, ruídos, vibrações e condições atmosféricas. As informações coletadas servem de base para a gestão ambiental e para a avaliação dos resultados das ações de recuperação.

Na Bacia do Rio Doce, esse trabalho inclui o Programa de Monitoramento Quali-Quantitativo Sistemático de Água e Sedimentos (PMQQS), que acompanha continuamente a qualidade da água e dos sedimentos da bacia. Os dados são públicos e contribuem para análises técnicas e para o acompanhamento das condições ambientais da região.

Restauração que movimenta a economia local

Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco

Recuperar a vegetação nativa gera demanda por serviços no campo e integra conservação e renda regional

Viveiro de mudas
Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco
Cerca de3 milpropriedades rurais participam da cadeia de restauração florestal

Proprietários rurais da Bacia do Rio Doce, em áreas onde não houve depósito de rejeito, permitem a restauração florestal nas Áreas de Preservação Permanente (APPs) de suas propriedades

Sementes nativas coletadas
Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco
Mais de195toneladas de sementes nativas foram recolhidas

Mais de mil pessoas fazem parte da Rede de Sementes e Mudas, que coleta sementes nativas para o reflorestamento da Bacia do Rio Doce

Fonte: Samarcorede98.com.br

Segundo João Batista Soares, gerente-geral de meio ambiente da Samarco, a recuperação ambiental exige planejamento de longo prazo e articulação com diferentes atores.

Citação – João Batista Soares Filho | Rotas de Inovação

A recuperação de ecossistemas é um processo contínuo, que depende de acompanhamento técnico, participação social e construção de parcerias. Os resultados vão além da recuperação das áreas e contribuem para fortalecer a relação das comunidades com os recursos naturais do território.

João Batista Soares Filho Gerente-geral de Meio Ambiente da Samarco

Paralelamente ao plano de retomada operacional, a Samarco mantém o compromisso de cumprir integralmente as obrigações previstas no Novo Acordo do Rio Doce. A atuação reúne a continuidade de ações de restauração florestal e investimentos direcionados ao desenvolvimento socioambiental dos municípios atendidos em Minas Gerais e no Espírito Santo.

Educação ambiental e uso sustentável do território

A frente ambiental atua conectada a iniciativas de educação e engajamento comunitário. Entre janeiro e agosto de 2026, foram realizadas 314 ações em 29 municípios das áreas de operação da Samarco em Minas Gerais e no Espírito Santo. As iniciativas abordaram temas como uso consciente da água, reciclagem, prevenção de incêndios florestais e economia circular, alcançando estudantes, educadores, moradores e empregados.

Durante as ações relacionadas ao Dia Mundial da Água, mais de duas mil pessoas participaram de atividades realizadas em escolas, instituições de ensino e espaços comunitários. A programação buscou ampliar o debate sobre preservação dos recursos hídricos e estimular práticas voltadas ao uso responsável da água.

Educação ambiental em Minas e no Espírito Santo

Participantes reunidos em atividade de coleta de sementes nativas
Foto: NITRO Histórias Visuais/Samarco

Programa de Educação Ambiental da Samarco, de janeiro a agosto de 2026

314ações realizadas nas comunidades das áreas de operação da Samarco pelo Programa de Educação Ambiental
29municípios da área de operação da Samarco receberam as ações
Fonte: Samarco (janeiro a agosto de 2026)rede98.com.br

A relação entre meio ambiente e desenvolvimento dos territórios também aparece em projetos que estimulam novos usos dos espaços naturais. Em Camargos, distrito de Mariana (MG), o Projeto Tapé apoiou a implantação de trilhas destinadas ao esporte, lazer e turismo de natureza. A iniciativa contribuiu para valorizar os atrativos ambientais da região e ampliar oportunidades associadas à atividade turística e à circulação de visitantes.

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