Onze deputados federais de Minas Gerais que tentaram permanecer na Câmara dos Deputados foram derrotados nas eleições deste domingo (4/10). Entre os nomes que não conseguiram renovar o mandato estão Euclydes Pettersen (Republicanos), Célia Xacriabá (PSOL), Pedro Aihara (PP) e Mário Heringer (PDT). Ao todo, 16 das 53 cadeiras da bancada mineira serão ocupadas por novos nomes a partir de 2027, segundo levantamento de O Fator.
Euclydes Pettersen teve a maior votação entre os 11 deputados que não conseguiram se reeleger. O presidente do Republicanos em Minas recebeu 92.285 votos.
O Republicanos conquistou três cadeiras na bancada mineira. Foram eleitos Bruno Farias e Gilberto Abramo, que renovaram os mandatos, além de Gleidson Azevedo, irmão gêmeo do governador eleito Cleitinho Azevedo.
Veja os deputados que não conseguiram se reeleger
- Ana Paula Leão (PP) — 45.113 votos
- Célia Xacriabá (PSOL) — 34.886 votos
- Euclydes Pettersen (Republicanos) — 92.285 votos
- Gilmar Machado (PT) — 32.357 votos
- Igor Timo (União Brasil) — 70.814 votos
- Luiz Fernando Faria (PSD) — 71.865 votos
- Mário Heringer (PDT) — 75.782 votos
- Maurício do Vôlei (PL) — 16.122 votos
- Pedro Aihara (PP) — 64.597 votos
- Stefano Aguiar (PSD) — 20.205 votos
- Zé Silva (União Brasil) — 71.176 votos
Maurício do Vôlei tem menor votação
Maurício do Vôlei teve a menor votação entre os deputados federais mineiros com mandato que tentaram a reeleição e foram derrotados. O candidato do PL recebeu 16.122 votos.
O resultado ocorreu apesar do desempenho do partido na disputa pela Câmara. O PL conquistou 21 das 53 cadeiras destinadas a Minas Gerais e terá a maior bancada do estado.
À esquerda, Célia Xacriabá também não conseguiu renovar o mandato. A deputada do PSOL recebeu 34.886 votos.
Gilmar Machado (PT), que havia assumido uma cadeira após a saída de Glaycon Franco (PSDB), recebeu 32.357 votos e voltará à condição de suplente.
Bancada terá novos nomes
A bancada mineira terá 16 novos nomes entre os 53 representantes a partir de 2027, o equivalente a cerca de 30% das cadeiras.
Além das mudanças provocadas pelas derrotas de parlamentares que tentaram a reeleição, a nova composição inclui deputados que chegam à Câmara pela primeira vez e nomes que retornam à Casa.