Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL), candidatas ao Senado na chapa de Patrus Ananias (PT), reforçaram o compromisso com a defesa das mulheres em evento de campanha realizado em Belo Horizonte, nesta sexta-feira (21/8).
Marília foi a primeira a falar e defendeu também a maior participação dos municípios mineiros nas decisões federais, além do uso das riquezas minerais para estimular o desenvolvimento do Estado.
A candidata afirmou que as viagens realizadas por Minas durante a pré-campanha mostraram diferenças econômicas e sociais entre as regiões. Ela citou demandas por estradas, abastecimento de água, saúde e expansão dos institutos federais.
Marília também defendeu políticas de igualdade entre homens e mulheres e relacionou o aumento da representação feminina nos espaços de poder à criação de políticas públicas voltadas às mulheres.
Áurea Carolina colocou o combate da violência contra a mulher como prioridade em um eventual mandato. Ela classificou o número de feminicídios como uma “epidemia macabra” e defendeu a retomada e ampliação de políticas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero em Minas Gerais.
“Nós precisamos de responsabilização dos agressores e precisamos da Lei Maria da Penha nas escolas para que as crianças aprendam desde pequenas o valor da igualdade e do respeito”, afirmou.
Áurea também dedicou parte do discurso às políticas culturais. Ativista com origem no movimento hip-hop de Belo Horizonte, ela citou sua atuação na elaboração do marco regulatório do fomento à cultura, aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado por Lula.
Ela relacionou o setor à geração de emprego, à prevenção da violência e à criação de oportunidades.o dela, discussões sobre democracia, soberania nacional e direitos sociais.