O presidente estadual do PDT em Minas Gerais, deputado federal Mário Heringer, afirmou que o partido mantém conversas avançadas para formar alianças na disputa pelo governo de Minas, mas evitou revelar quais legendas podem integrar a chapa encabeçada por Alexandre Kalil. A declaração foi dada neste domingo (26/7), durante a convenção estadual da legenda.
Segundo Heringer, as negociações seguem em andamento e ainda podem sofrer alterações até o prazo final para o registro das candidaturas. Por isso, o partido optou por não divulgar detalhes das tratativas.
“Temos alianças avançadas, sim, temos conversas bem adiantadas. Entretanto, até o dia final é aquela história do futebol: se você não espera o juiz acabar, você pode tomar um gol na prorrogação”, disse.
Vice-governador será o último nome definido
Durante a convenção, Heringer também afirmou que a escolha do candidato a vice-governador ficará para o fim das negociações políticas.
Segundo ele, enquanto a vaga permanecer aberta, o PDT continuará conversando com diferentes partidos para ampliar a composição da chapa.
“Na nossa concepção, o vice é a última cadeira que a gente ocupa. Enquanto a cadeira de vice não está ocupada, a gente negocia com todos e com tudo.”
Kalil disputará eleição com foco em Minas
O dirigente também defendeu que a candidatura de Alexandre Kalil não será pautada pela polarização nacional entre os candidatos à Presidência da República.
Segundo Heringer, a estratégia do PDT é concentrar a campanha nas demandas de Minas Gerais.
“Nós vamos fazer uma campanha de governador para que essa campanha não seja ofuscada pela campanha do presidente. Nós queremos fazer um governador de Minas que vai governar Minas para todos.”