O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) votou na manhã deste domingo (25/10) na Escola Estadual Deputado Álvaro Salles. Acompanhado da esposa e do deputado estadual Pablo Almeida, ele chegou ao local e concluiu a votação em menos de cinco minutos, sem enfrentar filas ou dificuldades.
Antes de entrar para votar, o deputado conversou com a imprensa e demonstrou confiança em uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano. Nikolas afirmou que sequer considera a possibilidade de derrota do candidato e projetou um resultado de 54% a 46%.
“Eu nem cogito a possibilidade de hoje a gente perder. No Datafolha deu 51 a 49. Se no Datafolha a gente está na frente, é porque a gente está muito na frente. O meu palpite é 54 a 46”, declarou.
O parlamentar também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou acreditar que o eleitorado deseja uma mudança de governo. “Eu realmente espero que hoje o Brasil tome uma decisão diferente, porque acho que todo mundo está cansado das mentiras do Lula, está cansado até da voz do Lula, está cansado do plano do Lula. E o Brasil cansou, o Brasil acordou”, disse.
Nikolas descarta ministério e mira presidência da CCJ
Ao comentar a possibilidade de uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira afirmou que, pelo menos por enquanto, não pretende assumir um ministério. O deputado disse acreditar que pode contribuir mais para o país permanecendo na Câmara dos Deputados.
Por outro lado, ele revelou que pretende disputar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada estratégica para a análise de propostas legislativas. “Quanto a eu em ministério, eu acho que eu sirvo melhor o Brasil ali como deputado federal”, afirmou.
Nikolas também destacou a importância que a comissão poderá ter em um eventual governo do PL e citou a redução da maioridade penal como uma das pautas que considera prioritárias.
Ao defender mudanças na legislação penal, o deputado fez referência a crimes cometidos por menores de idade e argumentou a favor do endurecimento das medidas aplicáveis a esses casos. “Se tem idade para matar, tem idade para ir para cadeia também”, declarou.