O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), foi à urna neste domingo (4/10) com o celular durante a votação. Questionado sobre o uso do aparelho, proibido pela Justiça Eleitoral dentro da cabine de votação, ele afirmou que não foi alertado antes de entrar no local.
“Eu ando com o celular o dia todo, né? Ele é quase que como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente”, disse Zema. Segundo o candidato, o aparelho não foi utilizado durante a votação e não interferiu na escolha dos candidatos.
Zema também afirmou que levou a “colinha” eleitoral em papel, e não no celular. “Se tivesse me alertado, eu entregava na hora”, declarou.
Eleitor não pode entrar com celular na cabine
O eleitor pode usar o celular para apresentar o e-Título aos mesários, mas o aparelho deve ser desligado e deixado com a equipe antes de entrar na cabine de votação. A regra também vale para relógios e pulseiras inteligentes, câmeras, óculos conectados, fones de ouvido e outros equipamentos capazes de registrar ou transmitir informações.
A medida busca preservar o sigilo do voto e evitar que a escolha do eleitor seja registrada ou divulgada. Quem se recusar a entregar o equipamento aos mesários não poderá votar até cumprir a orientação. O caso pode ser registrado em ata e, se necessário, a força policial pode ser acionada.