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Zema vai à urna com celular e se justifica: ‘ninguém me lembrou’

Por Larissa Reis • Rede 98
04/10/2026 10:38 Atualizado há 2 horas
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uestionado sobre o uso do aparelho, proibido pela Justiça Eleitoral dentro da cabine de votação, ele afirmou que não foi alertado antes de entrar no local (Divulgação)

O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), foi à urna neste domingo (4/10) com o celular durante a votação. Questionado sobre o uso do aparelho, proibido pela Justiça Eleitoral dentro da cabine de votação, ele afirmou que não foi alertado antes de entrar no local.

“Eu ando com o celular o dia todo, né? Ele é quase que como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente”, disse Zema. Segundo o candidato, o aparelho não foi utilizado durante a votação e não interferiu na escolha dos candidatos.

Zema também afirmou que levou a “colinha” eleitoral em papel, e não no celular. “Se tivesse me alertado, eu entregava na hora”, declarou.

Eleitor não pode entrar com celular na cabine

O eleitor pode usar o celular para apresentar o e-Título aos mesários, mas o aparelho deve ser desligado e deixado com a equipe antes de entrar na cabine de votação. A regra também vale para relógios e pulseiras inteligentes, câmeras, óculos conectados, fones de ouvido e outros equipamentos capazes de registrar ou transmitir informações.

A medida busca preservar o sigilo do voto e evitar que a escolha do eleitor seja registrada ou divulgada. Quem se recusar a entregar o equipamento aos mesários não poderá votar até cumprir a orientação. O caso pode ser registrado em ata e, se necessário, a força policial pode ser acionada.

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Larissa Reis
Larissa Reis
Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).