O Carnaval suspende a lógica rodoviarista de BH e devolve o espaço público ao pedestre, incentivando a mobilidade ativa e a redescoberta de territórios como a Lagoinha e a Savassi. A folia prova que uma cidade caminhável e conectada não é utopia, servindo de modelo prático para um urbanismo mais humano durante todo o ano.
