O candidato Cleitinho Azevedo (Republicanos) reafirmou sua candidatura ao governo de Minas. Segundo ele, não há chance de desistir. O que pode acontecer é que ele deixe de cumprir compromissos pontuais quando sua presença se fizer necessária em Brasília.
A dúvida surgiu na noite de segunda-feira quando ele usou a tribuna do Senado para dizer que estaria disposto a “abrir mão de fazer campanha” para trabalhar pelo impeachment de Alexandre de Moraes, do STF.
“Minha prerrogativa ainda é de senador. Não posso simplesmente largar meu mandato. Eu sou pago para isso”, garantiu em fala à coluna. “Ontem (segunda-feira), eu larguei meus compromissos de campanha para ir pedir o impeachment do Alexandre de Moraes, era minha obrigação”, disse.
O senador deu ainda outros exemplos, como a semana de esforço concentrado no Congresso. Segundo ele, a votação da escala 6×1 é outro exemplo de pauta importante que poderia forçá-lo a ficar em Brasília.
Entenda
Na noite de segunda-feira, Cleitinho usou a tribuna do Senado para pedir que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, paute um processo de impeachment contra Moraes. Ele também afirmou estar disposto a “abrir mão de fazer campanha” para permanecer em Brasília defendendo o afastamento do ministro.
Diante da fala, ficou a dúvida se ele deixaria os compromissos ou mesmo a candidatura para se dedicar a costurar a votação do impeachment.