Em um cenário de alta pressão, mudanças rápidas e competitividade crescente, a inteligência emocional deixa de ser atributo complementar e passa a ser requisito no mercado executivo. Especialistas apontam que promoções e sucessões dependem, cada vez mais, da capacidade de gerir emoções, sustentar decisões difíceis e liderar com equilíbrio.
