O presidente do PL em Minas, Domingos Sávio, afirmou que, na avaliação dele, a definição sobre o caminho do partido na disputa presidencial de 2026 precisa acontecer ainda em maio para que a legenda não perca tempo na corrida eleitoral. A declaração foi dada ao comentar a possibilidade de o governador Romeu Zema compor uma eventual chapa com Flávio Bolsonaro.
Sem cravar posição, Domingos Sávio disse que a decisão depende de uma conversa direta entre Flávio e Zema e que não cabe ao partido pressionar enquanto o governador mantém a pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
“Tem que haver uma decisão espontânea, natural. Não cabe a nós cobrar isso enquanto o Zema se mantém como pré-candidato à Presidência”, afirmou.
Segundo ele, há em Minas um movimento favorável a uma composição já no primeiro turno. “Eu ouço de muita gente em Minas o desejo de que isso aconteça, de que o Zema possa compor conosco já no primeiro turno”, disse.
Na avaliação do dirigente, o ideal é que essa definição aconteça ainda neste mês. “Na minha maneira de pensar, esse limite é o mês de maio, porque depois ainda será preciso discutir outras opções.”
Domingos Sávio ponderou que, embora legalmente a decisão possa ficar para julho, o ambiente de pré-campanha já exige articulação política. “Nós não podemos ficar para trás”, afirmou.
Ao tratar da articulação para 2026 em Minas, Domingos Sávio, disse que não considera adequado cobrar uma definição do governador Mateus Simões enquanto Romeu Zema mantém a pré-candidatura ao Palácio do Planalto.
Segundo ele, a decisão precisa ocorrer de forma espontânea e natural, respeitando o espaço político de Zema. Domingos Sávio afirmou ainda que há, em Minas, um movimento favorável para que Zema possa compor uma aliança já no primeiro turno.
O dirigente lembrou o cenário de 2022, quando Zema não participou da campanha presidencial no primeiro turno e passou a atuar apenas na etapa final da disputa. Na avaliação dele, apesar do esforço feito no segundo turno, o tempo curto e a dimensão de Minas limitaram o alcance político dessa participação.
Para Domingos Sávio, se houver possibilidade de entendimento, uma composição já no primeiro turno seria mais vantajosa. Ele ponderou, no entanto, que isso não elimina a chance de uma aliança posterior, no segundo turno.