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FIEMG vê avanço em acordo Mercosul-UE e cita necessidade de avaliação do impacto na indústria

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A FIEMG afirma que os resultados do acordo dependerão de sua implementação e da adoção de medidas que assegurem condições adequadas de concorrência (José Paulo Lacerda/CNI/Divulgação)

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A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) avaliou de forma positiva a assinatura do Acordo de Parceria entre a União Europeia (UE) e o Mercosul. A entidade reconhece o avanço representado pela conclusão do acordo, ao mesmo tempo em que ressalta a importância de uma avaliação cuidadosa de seus impactos sobre a indústria brasileira e mineira.

A instituição lista que entre 2021 e 2025, as exportações brasileiras para o bloco somaram aproximadamente US$ 231,81 bilhões, enquanto as importações alcançaram cerca de US$ 225,50 bilhões, o que resultou em saldo positivo de US$ 6,31 bilhões. “A pauta exportadora é composta principalmente por combustíveis e óleos minerais (22%), café (10%), minérios (10%), farelo de soja (9%) e soja (7%). Já as importações concentram-se em combustíveis e óleos minerais refinados (31%), máquinas e equipamentos (22%), além de produtos plásticos, farmacêuticos e químicos orgânicos”, diz a nota da FIEMG.

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Para o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, a assinatura do acordo representa um avanço nas relações comerciais, mas exige cautela na análise de seus efeitos. “A assinatura amplia o acesso a um mercado relevante para o Brasil e para Minas Gerais. No entanto, é fundamental avaliar com atenção os impactos sobre a competitividade da indústria, especialmente nos setores mais sensíveis, considerando exigências regulatórias, sanitárias e ambientais, bem como os prazos de adaptação”, afirma.

A FIEMG afirma que os resultados do acordo dependerão de sua implementação e da adoção de medidas que assegurem condições adequadas de concorrência. “A entidade reforça a importância de instrumentos de apoio à competitividade e de mecanismos de transição, para que a abertura comercial contribua para o fortalecimento da indústria, a manutenção de empregos e a ampliação da capacidade produtiva e exportadora do país e de Minas Gerais”.

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