Rede 98 > Eleições 2026 > Gayer cita suposto vídeo de Estela Aranha pedindo voto em Lula em 2022 e questiona decisão no TSE

Gayer cita suposto vídeo de Estela Aranha pedindo voto em Lula em 2022 e questiona decisão no TSE

Por Kellen Lanna • Rede 98
02/10/2026 00:02 Atualizado há 38 minutos
(Foto: Reprodução/ Flávio Bolonaro).

O deputado federal Gustavo Gayer (PL), candidato ao Senado por Goiás, afirmou nesta quinta-feira (1º/10) que um vídeo atribuído à ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra a magistrada defendendo voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022. A declaração ocorreu durante uma transmissão ao vivo no canal do candidato Flávio Bolsonaro, horas depois de Aranha determinar mudanças nas regras previstas para o debate presidencial da TV Globo.

No vídeo apresentado por Gayer durante a transmissão, uma mulher identificada pelo parlamentar como Estela Aranha afirma que advogados deveriam votar em Lula para, segundo ela, defender o Estado Democrático de Direito e o sistema de Justiça.

A Rede 98 não confirmou de forma independente, até a publicação desta matéria, a autenticidade, a data e o contexto integral da gravação mencionada pelo deputado.

Gayer utilizou o conteúdo para questionar a atuação da ministra no processo eleitoral. Durante a live, o parlamentar afirmou que o vídeo teria sido recuperado de publicações feitas durante a campanha presidencial de 2022 e acusou Aranha de ter apoiado eleitoralmente o petista.

“Tem um vídeo dela onde ela está pedindo voto para o Lula”, afirmou Gayer.

O deputado também relacionou o suposto posicionamento registrado no vídeo à decisão tomada pela ministra nesta quinta-feira.

Decisão sobre debate da Globo

Nesta quinta-feira, Estela Aranha determinou que a TV Globo não exibisse o púlpito reservado a Lula vazio durante o debate presidencial. A decisão também impediu que os demais candidatos dirigissem perguntas ao petista durante sua ausência. A medida atendeu a um pedido da coligação de Lula.

Na decisão, a ministra argumentou que a participação em debates eleitorais é facultativa e que destacar o espaço vazio poderia funcionar como uma forma de pressionar o candidato a comparecer. Aranha também avaliou que perguntas direcionadas a quem não estivesse presente poderiam gerar desequilíbrio, uma vez que o candidato não teria possibilidade de resposta.

Eleições 2026 Siga no Google News
Kellen Lanna
Kellen Lanna
Jornalista graduada pela UFSJ. Supervisora de distribuição na 98 FM/ 98 News.