Dos 14 presidentes estaduais de partidos que disputaram cargos eletivos por Minas Gerais nesse domingo (4), oito foram eleitos ou reeleitos. Outros seis dirigentes não conseguiram uma vaga.
A maior parte dos presidentes partidários eleitos vai seguir para Brasília. Seis das 53 cadeiras destinadas a Minas na Câmara dos Deputados ficaram com os candidatos.
Outros dois foram escolhidos para integrar a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
Entre os que ficaram de fora estão dirigentes que atualmente exercem mandatos na Câmara dos Deputados, que tentaram chegar ao Congresso e ao Senado.
Seis presidentes estaduais vão para a Câmara
Pinheirinho, presidente do Progressistas em Minas, foi eleito deputado federal.
Também conseguiram vagas Newton Cardoso Junior, presidente estadual do MDB, e Nely Aquino, que comanda o Podemos no estado.
Zé Vitor, presidente do PL em Minas, foi reeleito para a Câmara dos Deputados, assim como Rodrigo de Castro, presidente estadual do União Brasil, e Paulo Abi-Ackel, que comanda o PSDB mineiro.
Leninha e Iza Lourença são eleitas para a Assembleia
Duas presidentes estaduais de partidos conseguiram vagas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Leninha, presidenta do PT em Minas, foi reeleita deputada estadual. Ela já integra a ALMG e assumiu o comando estadual da legenda em 2025.
Iza Lourença, presidenta do PSOL em Minas, também foi eleita deputada estadual. Atualmente vereadora de Belo Horizonte, ela vai integrar a Assembleia a partir da próxima legislatura.
Seis presidentes partidários não foram eleitos
Cássio Soares, presidente do PSD em Minas, disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não foi eleito. O parlamentar deixa a Assembleia Legislativa após tentar chegar ao Congresso.
Mário Heringer, presidente do PDT mineiro, também ficou fora da próxima legislatura. Atual deputado federal, ele buscava a reeleição.
O mesmo ocorreu com Euclydes Pettersen, presidente do Republicanos em Minas, que também exerce mandato de deputado federal e não conseguiu se reeleger.
Presidente estadual do Avante, Igor Eto concorreu a deputado federal pelo partido e também não conseguiu uma das 53 vagas de Minas na Câmara. Eto assumiu o comando da legenda no estado em dezembro de 2025.
Olavo Keesen, presidente do Solidariedade em Minas, também disputou uma vaga para deputado federal e não foi eleito.
Já o juiz Ramon Moreira, presidente do Democracia Cristã em Minas, concorreu a uma das duas vagas mineiras no Senado e não conseguiu se eleger.
