Um estudo do Instituto Milenio defende mudanças estruturais no modelo educacional brasileiro para melhorar a qualidade do ensino e reduzir desigualdades. O relatório aponta que, apesar da ampliação do acesso à educação básica e do nível de investimento, o país enfrenta estagnação nos indicadores de aprendizagem e diferenças relacionadas ao contexto socioeconômico dos estudantes. Entre as propostas analisadas estão maior autonomia das escolas, liberdade de escolha para as famílias, parcerias com o setor privado e políticas públicas baseadas em evidências e resultados.
