A disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro já levou mais de 800 ações judiciais ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número é mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2022, quando foram 325 ações, e de 2018, com 388.
Parte dos processos envolve pedidos para retirar publicações das redes sociais, suspender propagandas e conceder direito de resposta. A disputa também chegou aos canais de WhatsApp ligados aos candidatos e ao uso de inteligência artificial para produzir conteúdos políticos, incluindo vídeos e imagens manipulados.
O tribunal ainda tem 12 ações de investigação judicial eleitoral que podem resultar em cassação de mandato ou inelegibilidade, caso sejam comprovadas irregularidades. Esses processos exigem coleta de provas e podem levar mais tempo para serem julgados.
O volume recorde ocorre em meio à intensificação dos confrontos jurídicos entre as duas campanhas, a três dias do segundo turno, marcado para domingo.