PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Ministro descarta necessidade de emendas para duplicação da BR-381

Siga no

Renan Filho destacou que o modelo contratado assegura que todo o investimento será suportado pela tarifa paga pelos usuários (Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)

Compartilhar matéria

O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que a duplicação da BR-381 em Minas Gerais não depende de emendas parlamentares para ser executada, mas reconheceu que eventuais recursos adicionais da bancada federal mineira poderiam contribuir para reduzir o valor do pedágio previsto no novo contrato de concessão.

Questionado sobre movimentações de parlamentares locais para destinar emendas à obra, que tem previsão de investimento de cerca de R$ 5,5 bilhões em 30 anos, o ministro foi categórico ao dizer que o financiamento do projeto está garantido.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Não precisarão. O Governo Federal fez uma licitação equilibrada, ganhou uma empresa que está cumprindo o cronograma”, afirmou.

Renan Filho destacou que o modelo contratado assegura que todo o investimento será suportado pela tarifa paga pelos usuários, sem necessidade de aportes públicos. Ele disse que trechos já apresentam melhorias, como pavimento renovado e instalação de torres de telefonia para garantir conectividade. A duplicação efetiva terá início em fevereiro do próximo ano.

Ainda assim, o ministro ponderou que emendas poderiam, sim, gerar efeitos positivos para o usuário. “Se tiver emenda, a gente pode até baratear a tarifa. Tem que verificar como colocar a emenda numa obra privada, mas recursos adicionais são sempre bons”, disse.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Renan Filho também ressaltou que, embora a BR-381 já possua solução contratual definida, outras rodovias mineiras poderiam se beneficiar mais facilmente de emendas estruturantes, como as BRs 251 e 367, além do trecho entre Belo Horizonte e Caetés, que será executado como obra pública. “Se a bancada quisesse colocar emenda, ajudaria bastante”, observou.

Segundo ele, nessas estradas o uso de recursos parlamentares seria mais direto e teria impacto significativo na aceleração das intervenções.

Compartilhar matéria

Siga no

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de 98 News

Nômades digitais enfrentam custo alto e desgaste

Dizer não no trabalho pode evitar desgaste e erro

Geely desafia BYD no mercado de elétricos no Brasil

Guerra no Irã: crise humanitária de refugiados é “responsabilidade de todas as partes”, diz especialista em Direito Internacional

Enchentes elevam risco de leptospirose e hepatite

Tensão no Estreito de Ormuz eleva risco de inflação

Últimas notícias

Velório de Adriana Araújo será aberto ao público em quadra de escola de samba, em BH

‘Intermináveis’: dupla do Atlético lidera ranking de jogadores com mais minutos no mundo

Estudo brasileiro alerta para degelo acelerado nas calotas polares

‘Acordei com sirenes’, brasileira em Tel Aviv descreve momentos de tensão após bombardeios em meio a guerra EUA x Irã

Vão para o clássico? Cruzeiro atualiza situação de Cássio e Gerson

Atlético x Cruzeiro: Raposa domina finais contra o Galo no Campeonato Mineiro

Número de vítimas de feminicídio supera em 38% registros oficiais

Oscar 2026: os favoritos da crítica e onde assistir aos filmes indicados

Atlético e Cruzeiro solicitam árbitro de fora de MG para final do Mineiro