PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Demanda por novas habilidades e IA estão reformulando o mercado de trabalho, diz FMI

Siga no

De acordo com o relatório, a utilização de novas habilidades por parte dos trabalhadores será crucial para encontrar ou manter um emprego (Pixabay)

Compartilhar matéria

As escolhas de políticas públicas determinarão se trabalhadores e empresas estarão adequadamente preparados para a revolução da inteligência artificial (IA) e as novas habilidades demandadas pelo mercado de trabalho. É o que mostra um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre novos empregos na era da IA, divulgado nesta quarta-feira (14/1) e que destaca como essas transformações podem incrementar os ganhos em produtividade.

De acordo com o relatório, a utilização de novas habilidades por parte dos trabalhadores será crucial para encontrar ou manter um emprego.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Nossa análise mais recente revela a dimensão da demanda por novas competências: uma em cada 10 vagas anunciadas em economias avançadas e uma em cada 20 em economias de mercados emergentes já exige pelo menos uma nova habilidade”, diz o FMI. “Cargos profissionais, técnicos e gerenciais apresentam a maior demanda por novas habilidades, especialmente em TI”.

Assim, o documento afirma que os países devem adotar políticas para ajudar os trabalhadores a se adaptarem, adquirirem novas habilidades e permanecerem ativos no mercado de trabalho, além de ampliar sua mobilidade por meio de moradia acessível e arranjos de trabalho flexíveis.

A análise do FMI baseia-se em uma combinação de fontes de dados internacionais, que vão desde países avançados a emergentes. Para o Brasil, o documento destaca que o país se encaixa ao lado de México e Suécia como nações com alta demanda por novas competências, mas oferta relativamente baixa.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Esses países precisam investir em capacitação e garantir uma melhor formação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Também podem precisar terceirizar atividades ou depender de trabalhadores estrangeiros com essas habilidades”, acrescenta.

O FMI ainda ressalta que, quando setores demandam, novas habilidades se expandem, podem gerar renda e efeitos de transbordamento que elevam o emprego e os salários.

“O sucesso dependerá de passos ousados tomados agora: investir em habilidades, apoiar os trabalhadores durante as transições de emprego e manter os mercados competitivos para que a inovação beneficie a todos”, pontua.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Mercado

Airbnb passa a oferecer aluguel de carros no Brasil; veja como funciona

‘Café é paixão, é tradição, é combustível’, diz mineiro fundador da Coffee++

Caged: saldo líquido de emprego formal é positivo em 165.827 vagas em agosto

Formalização de autônomos e empregadores bate recorde, aponta IBGE

Sponsors Day: BH recebe evento que debate novas estratégias para o mercado de patrocínios

Do quarto de casa aos R$ 100 milhões: João Martins conta história da Hashtag

Últimas notícias

Poeta e ensaísta canadense Anne Carson vence o Nobel de Literatura

Vacina contra malária desenvolvida pela UFMG recebe aval para testes em humanos

A cláusula de barreira redesenha o poder

Cleitinho: o que cobrar do novo governo de Minas

Abstenção vira alvo de Lula e Flávio no 2º turno

Split payment: quem paga a conta da antecipação do imposto?

STJ decide sobre uso de criptomoedas em contratos

Por que o petróleo não cai mesmo com mais oferta?

Dois hotéis brasileiros estão entre os 50 melhores do mundo