A inteligência artificial deixou de ser experimento e passa a integrar a rotina dos escritórios de arquitetura em 2026. Reportagem da Fast Company aponta sete mudanças no modo de projetar, com uso mais estratégico da tecnologia, decisões baseadas em dados e foco crescente em responsabilidade, curadoria e julgamento humano. O debate já não é se usar IA, mas como aplicar com critério.
