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Sem avanços com alianças formais, Gabriel (MDB) diz que foco agora é plano de governo

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Azevedo afirmou que o evento é uma oportunidade de ouvir vereadores e entender os principais desafios enfrentados pelas cidades. (foto: 98 News)

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Pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo MDB, Gabriel Azevedo evitou discutir possíveis coligações para a disputa estadual e afirmou que não se preocupa com pesquisas eleitorais neste momento. Em entrevista à 98 News durante evento com vereadores em BH, ele afirmou que ainda não é hora de tratar da composição de chapa e citou o desempenho que teve em eleições anteriores para justificar a ausência de preocupação com levantamentos eleitorais.

Segundo Azevedo, a prioridade atual é a construção de propostas para um eventual plano de governo.

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“Eu tô priorizando os planos de propostas. Eu sei que muita gente fica ansiosa para ver qual que é o nome que vai na chapa, mas eu tô muito mais preocupado em formalizar um plano de governo”, afirmou. Gabriel Azevedo afirmou que a definição da chapa e das alianças deverá ocorrer mais adiante.

Pesquisas eleitorais

Questionado sobre a mais recente pesquisa eleitoral para o governo de Minas, que aponta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança, Gabriel Azevedo afirmou que o cenário ainda está em aberto. Segundo ele, pesquisas iniciais costumam refletir níveis de conhecimento do eleitor sobre os candidatos.

“A pesquisa me motiva muito porque eu tô acostumado a começar enfrentando um grande adversário: o desconhecimento”, afirmou.

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O pré-candidato lembrou o desempenho na última eleição municipal de Belo Horizonte.

“Aqui em Belo Horizonte, há dois anos, nós tínhamos uma pesquisa em que todo mundo tratava o primeiro colocado como um candidato eleito. E muita gente duvidava, inclusive, que eu ia ser pré-candidato, que eu ia ter partido. Falei: ‘Não, calma, as horas vão chegando’. E aí consegui o partido, fui candidato e de 1% bati 11% praticamente no final da eleição”, disse.

Queixas de abandono do estado

Ex-vereador por dois mandatos e ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, ele destacou que conhece de perto as demandas da atividade parlamentar.

“Cara, eu tô falando entre os meus, né? Porque foram 8 anos em que eu desempenhei o mandato de vereador aqui em Belo Horizonte, fui presidente da Câmara Municipal e eu sei exatamente o que a turma passa. Quando falta o remédio no hospital, é o telefone do vereador que toca. Quando alguém precisa de uma cirurgia, é o nosso telefone que toca”, disse.

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De acordo com o pré-candidato, vereadores de diferentes regiões relatam dificuldades na relação com o governo estadual e apontam problemas estruturais nos municípios.

“A gente escuta o tempo inteiro dos vereadores das cidades mais distantes da capital uma sensação de abandono do governo estadual. Reclamações muito presentes da condição das estradas, das dificuldades do ambiente da saúde, do desafio que anda sendo a vida do professor em sala de aula”, afirmou.

Ele ressaltou que o momento é de ouvir lideranças locais, além de apresentar ideias para áreas como educação, mineração e infraestrutura.

“Enquanto pré-candidato a governador, tô aqui, obviamente, para apresentar já algumas propostas, mas sobretudo para ouvir”, disse.

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