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Atlético e mais 4 clubes da Série A divulgam nota conjunta em defesa do gramado sintético

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Equipes que utilizam a tecnologia respondem a críticas do Flamengo e afirmam que gramados artificiais são regulamentados (Foto: Pedro Souza/Atlético)

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Os clubes da Série A que utilizam gramado sintético divulgaram uma nota conjunta em resposta às críticas feitas pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap. No texto, os clubes defendem o uso da tecnologia, afirmam que ela é regulamentada e segue padrões internacionais, e ressaltam que não há padronização de gramados no Brasil, o que torna injusto concentrar críticas apenas nos campos sintéticos.

A nota também destaca que os gramados sintéticos de alta performance superam muitos campos naturais em más condições e afirma que não existe estudo científico conclusivo que ligue esse tipo de piso ao aumento de lesões. Para os clubes, o debate sobre qualidade dos gramados é legítimo, mas deve ser conduzido com responsabilidade, base técnica e dados objetivos, e não por narrativas que distorcem a realidade e desinformam o público.

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Além do Galo, assinaram o manifesto Atlético, Palmeiras, Athletico-PR, Botafogo e Chapecoense.

Confira a nota na íntegra:

Diante das recentes declarações públicas sobre a utilização de gramados sintéticos no futebol brasileiro, Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras reafirmam sua posição em defesa dessa tecnologia, adotada de forma responsável, regulamentada e alinhada às melhores práticas internacionais.

Em primeiro lugar, é imprescindível reconhecer que não existe padronização de gramados no Brasil. Ignorar esse fato e direcionar críticas exclusivamente aos gramados sintéticos reduz um debate complexo a uma narrativa simplificada, injusta e tecnicamente equivocada.

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Também reiteramos que um gramado sintético de alta performance supera, em diversos aspectos, os campos naturais em más condições presentes em parte significativa dos estádios do país. É igualmente importante esclarecer que não há qualquer estudo científico conclusivo que comprove aumento de lesões provocado pelos gramados sintéticos modernos.

O tema da qualidade dos gramados é legítimo, saudável e necessário. Porém, deve ser conduzido com responsabilidade, dados objetivos e conhecimento técnico, e não com narrativas que distorcem a realidade, desinformam o público e desconsideram a complexidade do assunto.

Athletico Paranaense – Atlético – Botafogo – Chapecoense – Palmeiras

Resposta ao Flamengo

No início da semana, o Flamengo protocolou na CBF um pedido para padronizar os gramados dos estádios brasileiros e estabelecer a retirada dos sintéticos até o fim de 2027 no Brasileirão. No documento, o clube argumenta que os gramados artificiais não oferecem condições ideais para o futebol de alto rendimento.

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O texto também cita que as principais ligas europeias não permitem esse tipo de superfície e que ela também não é utilizada em campeonatos de destaque na América do Sul, como Argentina, Uruguai e Colômbia. Segundo levantamento apresentado pelo Flamengo, nenhum jogo da primeira divisão dessas ligas na temporada 2025 foi disputado em gramado artificial.

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Arthur Albuquerque

Jornalista que cobre o dia a dia do futebol brasileiro para o digital da Rede 98. Acumula passagem pela TV Alterosa entre 2021 e 2023.

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