Everson relembrou a derrota do Atlético para o Botafogo na final da Copa Libertadores de 2024 e classificou a partida como o pior dia de sua vida. Em entrevista ao Charla Podcast, o goleiro afirmou que a lembrança da decisão ainda dói e revelou detalhes de como estava o clima do vestiário após a partida.
“Aquele dali foi o pior dia da minha vida e parecia que tinha um caixão no meio do vestiário. Me dói até hoje com a camisa do Galo. Você olha assim um vestiário, aquele vestiário do Monumental é enorme, parecia que tinha um caixão no meio do vestiário. O vestiário todo silencioso, a gente tendo que esperar ali por volta de uma hora e meia para poder sair do estádio. Ninguém conseguiu olhar um no olho do outro. A gente não conseguia. De tristeza e vergonha”, disse.
O goleiro também explicou que o Atlético havia trabalhado durante a semana para adotar uma postura mais reativa diante do Botafogo, com uma marcação preparada para aproveitar os espaços deixados pelo adversário. Segundo Everson, a expulsão de Gregore logo no primeiro minuto alterou completamente o cenário planejado, já que o Galo precisou assumir o controle da partida, enquanto o Botafogo passou a atuar de maneira mais reativa.
A final foi disputada em 30 de novembro de 2024, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e terminou com vitória do Botafogo por 3 a 1. O time carioca abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, mesmo com um jogador a menos desde os primeiros segundos, após a expulsão de Gregore. Eduardo Vargas descontou para o Atlético no início da segunda etapa, mas Júnior Santos, atualmente sob contrato com Galo, marcou nos acréscimos e confirmou o título do Botafogo.
