Novo reforço do Cruzeiro para a temporada de 2026, Chico da Costa foi oficialmente apresentado nesta segunda-feira (12/1), na Toca da Raposa. O atacante foi um pedido do técnico Tite, que buscava um jogador com suas características: bom no jogo aéreo e com perfil de pivô.
Durante a coletiva, o novo camisa 91 comentou o “significado especial” de ser um pedido do treinador e destacou que, por se tratar de Tite, o chamado tem um peso diferente.
“Um treinador como o Tite acaba tendo um significado especial. Quando apareceu a oportunidade do Cruzeiro e eu fiquei sabendo que era um pedido da comissão, senti uma segurança para trabalhar, que estou respaldado. Imagina o peso desse acontecimento quando é um treinador como o Tite. Me sinto privilegiado, respaldado também.”
Disputa por espaço
Mesmo sendo um pedido do treinador, Chico da Costa chega ao Cruzeiro para compor elenco. Com a boa fase de Kaio Jorge, o atacante não deve conquistar a titularidade de imediato e tende a ser o reserva imediato do camisa 9 em um primeiro momento.
Questionado sobre a disputa por espaço no elenco celeste, o atacante afirmou que, internamente, não há disputa, mas um entendimento de que os jogadores chegam “para somar e complementar”. Chico também se colocou à disposição de Tite para ser utilizado “como e com quem” o treinador desejar.
“Eu entendo que vocês, da imprensa, colocam muito isso de disputar posição. A gente entende que existe uma competitividade interna e lidamos muito bem com isso. A gente vem para complementar; quem escolhe é o Tite. Não disputamos um com o outro, viemos para somar e complementar. Estou à disposição do Tite para como ele quiser me usar, com quem ele quiser. Mas não temos essa preocupação. Entendemos que, em algum momento, o clube vai precisar das nossas características.”
Atacantes, ambos terão uma missão pelo Cruzeiro na temporada: marcar gols. Kaio vive boa fase, tendo sido artilheiro do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil no ano passado, enquanto Chico teve uma temporada considerada “modesta”, com oito gols marcados. Ainda assim, o novo reforço da Raposa admitiu gostar da pressão por gols.
“Sempre fui atacante, centroavante. Aprendi a jogar sendo referência. A gente entende a função do atacante como finalizar, a posição que termina a jogada. Somos exigidos por gols, é uma responsabilidade com a qual temos que lidar na carreira. A gente gosta também.”
Chico da Costa ainda não foi registrado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e, por isso, ainda não pode entrar em campo pelo clube. No entanto, a regularização já está bem avançada e Chico tem chance de estrear já nesta quarta-feira (14/1), diante do Tombense, fora de casa.
Clique aqui e assista na íntegra.
