PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Jornalista paraguaio chama brasileiros de ‘macacos’ e ataca a presidente do Palmeiras, Leila Pereira

Siga no

Jornalista paraguaio ofende brasileiros e Leila Pereira durante programa esportivo. (Foto: Reprodução/ABC Color)

Compartilhar matéria

O jornalista paraguaio Enrique Peña Vargas chamou os brasileiros de “macacos” durante um programa esportivo em seu país. Em tom agressivo, Vargas comemorou a goleada sofrida pelo Brasil contra a Argentina na última terça-feira (25/3), afirmando estar “muito feliz” com a derrota e proferindo insultos racistas.

Na sequência, ele chamou Leila Pereira, presidente do Palmeiras, de “cachorra de m****”. O ataque foi motivado pela recente polêmica envolvendo a dirigente, que se revoltou contra a Conmebol após um jogador do Palmeiras ter sido chamado de “macaco” durante uma partida no Paraguai. Leila cobrou punições severas ao Cerro Porteño, adversário do clube paulista na ocasião, e ameaçou abandonar as competições da confederação.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A postura de Enrique Peña Vargas deixou seus colegas de bancada visivelmente constrangidos, mas nenhum deles repudiou as declarações durante o programa.

Diante das ofensas, um grupo de jornalistas mulheres do canal ABC Color, emissora responsável pela transmissão, divulgou uma nota condenando a atitude do colega. O comunicado rejeita “qualquer forma de discurso de ódio disfarçado de liberdade de expressão”.

Leia a nota na íntegra:

“Nós, mulheres jornalistas e trabalhadoras do ABC Color, rejeitamos e condenamos energicamente qualquer forma de discurso de ódio, misoginia e racismo disfarçada de liberdade de expressão. A liberdade de expressão não pode e não deve ser usada como desculpa para propagar mensagens de violência verbal, especialmente aquelas de caráter misógino e racista.


Esse tipo de manifestação não nos representa nem reflete os valores daqueles que, dia após dia, exercemos no nosso trabalho com compromisso, ética e respeito.


Reafirmamos nosso compromisso com um jornalismo plural, equitativo e livre de violência, onde mulheres e homens possam se expressar dentro de um ambiente de respeito e dignidade.
As trabalhadoras deste meio seguirão promovendo espaços onde prevaleçam a igualdade e a justiça, sem tolerar nenhuma forma de discriminação.”

Até o momento desta publicação, nem Leila Pereira nem autoridades brasileiras se manifestaram sobre o caso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Arthur Albuquerque

Jornalista que cobre o dia a dia do futebol brasileiro para o digital da Rede 98. Acumula passagem pela TV Alterosa entre 2021 e 2023.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Futebol no Brasil

Dória acerta rescisão com o São Paulo após ameaças a familiares e clube fica com zaga esvaziada

Dória pede rescisão de contrato com o São Paulo após sofrer ameaças de torcedores

Jogadora do São Paulo sub-20 acusa maqueiro adversário de misoginia: ‘é inadmissível’

Santos confirma lesão de Neymar após convocação para a Copa do Mundo

Santos aciona STJD e pede anulação de jogo após erro em substituição de Neymar

Fora da Copa do Mundo, Fábio desabafa sobre falta de chances na Seleção

Últimas notícias

Defesa de Vorcaro pede transferência para a Papudinha após ida para cela comum da PF

Michael Jackson: Netflix anuncia série documental em três partes sobre julgamento do cantor

Trio do Sub-17 do Atlético é convocado para a Seleção Brasileira

Atlético x Cienciano: acompanhe AO VIVO na Rede 98!

Alistamento Militar de 2026 termina em 30 de junho

Lula e Margareth anunciam novas políticas culturais durante evento no Espírito Santo

TJMG condena empresas de engenharia por uso de softwares piratas em Minas

Câmara encaminha ao Senado, após aprovação, projeto sobre sigilo de informações de gastos

Casa Fiat celebra mês das mães com concerto gratuito do Quarteto Echinata em BH