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Defensoria Pública de Minas pede explicações à PBH sobre adiamento da volta às aulas

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Agência Brasil

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A Defensoria Pública de Minas Gerais pediu que a Prefeitura de BH explique os motivos para o cancelamento da volta às aulas para alunos de 5 a 11 anos no município.

O retorno estava previsto para o dia 3, mas vai acontecer somente em 14 de fevereiro no município.

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O requerimento é assinado pelo defensor público Wellerson Eduardo da Silva Corrêa, e pede também que sejam fornecidos os dados epidemiológicos e documentais que fundamentaram a decisão de suspender o início do ano letivo em Belo Horizonte.

O documento requer ainda que sejam prestadas informações sobre como o Município pretende cumprir os 200 dias letivos obrigatórios por lei. A Prefeitura de BH tem até o dia 7 de fevereiro para se manifestar.

Paralelamente, em ofício encaminhado também no dia 31 de janeiro à secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, Ângela Loureiro de Freitas Dalben, o defensor público Wellerson Corrêa solicitou que sejam respondidas as seguintes questões:

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1 – Se há previsão de antecipação desta data para o reinício das aulas;

2 – Se há possibilidade de prorrogação desta data pela Secretaria;

3 – Se há algum planejamento para o retorno presencial às aulas, considerando a matriz epidemiológica;

4 – Se será exigida a comprovação da vacinação de alunas e alunos de 5 a 11 anos e quais as orientações para providências caso constatada a não vacinação de algum aluno da rede municipal;

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5 – Se o retorno de alunas e alunos de 5 a 11 anos às aulas presenciais é facultativo ou obrigatório;

6 – Se após o retorno, as aulas serão em todos os dias da semana e em horário normal ou em dias alternados da semana e/ou em horário reduzido;

7 – Se há planejamento para reposição das aulas do ano letivo de 2022 diante deste adiamento;

8 – Se será oferecida alguma atividade remota para crianças cujo os pais se recusarem a leva-las para a escola e qual o planejamento para isto;

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9 – Se algum comitê ou grupo de trabalho interinstitucional será instituído para o planejamento de reorganização de calendário, reposição de aulas, trabalhos remotos e retorno às aulas em eventual suspensão.

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