PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Azul fecha acordo de US$ 200 milhões com American e United Airlines

Siga no

Azul Linhas Aéreas || Foto: Rafael Luiz Canossa - A320neo Azul SBPA, CC BY-SA 2.0

Compartilhar matéria

A empresa Azul Linhas Aéreas anunciou que fechou acordos de investimentos com as companhias aéreas estadunidenses American Airlines e United Airlines. Segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (18), as duas companhias se comprometeram a fazer investimentos de US$ 100 milhões cada uma (cerca de 1 bilhão de reais).

O aporte irá apoiar a capitalização da Azul na saída do processo de recuperação judicial da Azul nos Estados Unidos, chamado Chapter 11.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O acordo permite que, supervisionada por um tribunal norte-americano, a empresa inicie uma reestruturação financeira enquanto mantêm suas atividades.

“Nos termos dos respectivos EIAs (do inglês aditamentos aos acordos de investimento) e de seus respectivos termos e condições, a American e a United se comprometeram individualmente a realizar investimentos em equity que apoiarão a capitalização da Azul na saída do Chapter 11 e estão integrados ao plano de reorganização da companhia aprovado pela United States Bankruptcy Court for the Southern District of New York”, diz o comunicado da empresa.

Conforme o comunicado, o aporte feito pela United vai ser realizado no contexto da oferta pública de ações, divulgada ao mercado em 3 de fevereiro deste ano e que terá liquidação prevista para o dia 20.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Já sobre o investimento feito pela American Airlines, a expectativa é que ele seja realizado mediante a emissão de bônus de subscrição, “nos termos e condições previstos em um contrato de subscrição de warrants”. Os warrants são títulos de garantia que permitem ao detentor comprar ou vender um ativo.

Além disso, a companhia aérea informou ter celebrado um Acordo de Investimento Adicional com “determinados credores existentes”, assegurando mais US$ 100 milhões dentro da mesma oferta pública.

Processo de reestruturação

A Azul entrou com o pedido de recuperação judicial em 28 de maio de 2026 e o plano foi aprovado em dezembro por um tribunal dos Estados Unidos.

Segundo a companhia, o Chapter 11, como é chamado esse processo de reorganização financeira supervisionado pela Corte nos Estados Unidos, permite a reestruturação do passivo da empresa, mas mantendo a operação em curso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“A Azul utilizará essa estrutura jurídica consolidada para eliminar mais de US$ 2 bilhões de dívidas financeiras, readequar contratos de leasing e otimizar sua frota, para emergir com maior flexibilidade e sustentabilidade operacional e financeira”, disse a empresa, na época.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Economia

Não há risco de faltar combustível, mas há especulação criminosa sobre preços, diz Silveira

Ministro do Trabalho descarta envio de novo PL sobre fim da escala 6×1 e garante que economia suporta redução para 40 horas

Panorama: revista reúne especialistas para analisar desafios e oportunidades da economia de Minas

Minas registra menor taxa de desemprego da história, com 3,8% no fim de 2025

Entregadores de aplicativos criticam proposta do governo: ‘trocar uma enganação pela outra’

Ações da MRV&Co (MRVE3) têm queda forte mesmo após reversão de prejuízo

Últimas notícias

Wagner Moura é anunciado como apresentador do Oscar

CCBB BH inaugura mostra imersiva que investiga o impacto dos memes na cultura brasileira

CPI do Crime Organizado aprova quebra de sigilos de Fabiano Zettel

Anvisa aprova uso de medicamento que atrasa a progressão do diabetes tipo 1

Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 41% em cenário de 2º turno

Quaest: Lula lidera dois cenários de 1º turno e empata tecnicamente com Flávio Bolsonaro em cinco

Festival de Risotos na Savassi aposta em “cozinha aberta” e preparo ao vivo no fogão a lenha

Pesquisa Quaest: 51% desaprovam governo Lula e 44% aprovam

Jovens de Atlético e Cruzeiro são convocados para a Seleção Brasileira sub-17