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Hospitais filantrópicos pedem ‘cronograma formal’ após promessa de quitação de dívidas da PBH

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A expectativa agora recai sobre a Secretaria Municipal de Saúde para a formalização do plano de pagamentos prometido pela gestão municipal (Foto: Divulgação / PBH e Federassantas)

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A Federassantas e os hospitais filantrópicos 100% SUS de Belo Horizonte elevaram o tom sobre a necessidade de transparência na gestão dos pagamentos da saúde. Em nota atualizada, as instituições afirmam que, embora a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) tenha prometido quitar os débitos em atraso, a categoria ainda aguarda o envio formal de um cronograma detalhado.

O documento é considerado essencial pelas unidades de saúde para que possam realizar o planejamento financeiro e evitar a interrupção de serviços básicos.

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O impasse do cronograma

Em reunião realizada nesta semana, a PBH se comprometeu a:

  • Quitar os valores em atraso até o final de fevereiro de 2026;
  • Normalizar o fluxo de caixa a partir de março, seguindo rigorosamente os prazos contratuais.

Entretanto, para a presidente da Federassantas, Kátia Rocha, a sinalização verbal não é suficiente para mitigar os riscos. Sem um cronograma que especifique datas e valores exatos, os hospitais seguem operando no limite, sem garantias para negociar com fornecedores e honrar folhas de pagamento.

Risco assistencial e estoques no limite

O cenário permanece sensível. A falta de previsibilidade nos repasses acumulados nos últimos meses gerou um “efeito cascata” que ainda afeta:

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  • Insumos e medicamentos: dificuldade na manutenção de estoques essenciais.
  • Folha de pessoal: insegurança quanto ao pagamento pontual de funcionários.
  • Fornecedores: acúmulo de dívidas que compromete o fornecimento contínuo de materiais.

“Não há qualquer margem para novos atrasos. O alerta de risco assistencial permanece até que os compromissos assumidos sejam efetivamente cumpridos”, destaca a nota da Federação.

Compromisso com o SUS

Mesmo diante da crise financeira, os hospitais filantrópicos reafirmaram seu compromisso com a população da capital. Contudo, as entidades são enfáticas: a manutenção do atendimento 100% SUS depende diretamente da execução integral e tempestiva dos pagamentos por parte da Prefeitura.

A expectativa agora recai sobre a Secretaria Municipal de Saúde para a formalização do plano de pagamentos prometido pela gestão municipal.

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Wagner Vidal

Jornalista com 25 anos de atuação no mercado. No telejornalismo desenvolveu as funções de repórter, apresentador, editor de textos e roteirista. Acumula também experiência em Assessoria de Comunicação governamental, com gestão de pessoas e gerenciamento de crises. Atualmente é coordenador de conteúdo multimídia na Rede 98.

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