PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Justiça autoriza Zema a retomar escolas cívico-militares em Minas

Por

Siga no

Com a decisão, o governo Romeu Zema está autorizado a seguir com a implementação do programa para o ano letivo de 2026 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Compartilhar matéria

A Justiça de Minas Gerais atendeu a um recurso da Advocacia-Geral do Estado (AGE) e derrubou, nesta quarta-feira (21/1), a liminar do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) que suspendia o modelo de escolas cívico-militares. Com a decisão, o governo Romeu Zema está autorizado a seguir com a implementação do programa para o ano letivo de 2026.

O desembargador responsável pela decisão acolheu os argumentos do Estado, que alertavam para o “risco de dano irreparável” ao planejamento escolar. Segundo a AGE, a interrupção do edital a poucos dias do início das aulas prejudicaria milhares de alunos que já haviam realizado a matrícula contando com o modelo compartilhado.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Pontos principais da retomada:

Segurança Jurídica: O governo pode manter a parceria com militares da reserva para monitoria escolar.

Planejamento de 2026: As unidades que já haviam iniciado a transição para o modelo cívico-militar podem concluir o processo.

Recursos: O argumento de “desvio de finalidade” de verbas da educação, levantado pelo TCE, será discutido no mérito da ação, mas não impede o funcionamento imediato das escolas.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Zema critica “autoritarismo” e celebra liminar

O governador,, que já havia classificado a proibição anterior como um ato autoritário, comemorou a nova decisão nas redes sociais. Para a gestão estadual, o modelo cívico-militar é uma demanda das próprias comunidades escolares e foca na disciplina e melhoria dos indicadores pedagógicos.

“A justiça prevaleceu para garantir a liberdade de escolha das famílias mineiras. O ensino cívico-militar é realidade e continuará avançando em Minas”, afirmou o governador.

Embora a decisão seja uma vitória imediata para o Palácio Tiradentes, o embate jurídico ainda não terminou. Órgãos de controle e sindicatos da educação podem recorrer ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O Tribunal de Contas continuará analisando se o gasto com militares da reserva deve ou não ser contabilizado no mínimo constitucional de 25% da educação.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Copasa distribui água e glitter biodegradável no Carnaval de BH; veja locais

Sol, 31°C e tempo firme: sábado de Carnaval promete calor e céu aberto em BH

Sábado de Carnaval: mudanças no trânsito começam de madrugada e se intensificam durante o dia

PBH anuncia R$ 45 milhões para cultura em 2026; veja o calendário de editais

Moradores denunciam mato alto e falta de manutenção na pista de cooper da Andradas: ‘sensação de abandono’

Dia Mundial do Rádio 2026: Rede 98 na vanguarda

Últimas notícias

Quem o Cruzeiro vai enfrentar na semifinal do Campeonato Mineiro?

Quem o Atlético vai enfrentar na semifinal do Campeonato Mineiro?

Atlético goleia o Itabirito e garante classificação para semifinal do Campeonato Mineiro

Cruzeiro vence a URT e se classifica como líder geral do Campeonato Mineiro

Após cinco anos, Hulk marca primeiro hat-trick pelo Atlético

De Star Wars ao BBB: confira fantasias inusitadas do sábado de Carnaval em BH

CDL-BH celebra sucesso do Carnaval 2026 na capital mineira e aponta caminhos para evoluir patrocínios

Carnaval de BH amplia vias sonorizadas e telas de LED orientam foliões

Carnaval em Minas: turismo cresce e hotéis lotam no interior