A Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) alcançou nesta semana um novo patamar no mercado financeiro nacional. As ações ordinárias da empresa (CSMG3) passaram a integrar oficialmente a carteira do Ibovespa, o principal índice de desempenho da B3.
Embora a Copasa tenha capital aberto desde 2006, a entrada no Ibovespa é um divisor de águas. O índice funciona como uma “seleção” do mercado, reunindo apenas os ativos com maior volume de negociação e liquidez. Na prática, estar nesta lista coloca a estatal mineira no radar automático de grandes fundos de investimento globais que replicam a carteira teórica da bolsa brasileira.
O que muda?
A nova composição da carteira tem vigência estabelecida até 30 de abril de 2026. Para a diretoria da companhia, o movimento não é apenas simbólico, mas estratégico: amplia a visibilidade institucional e consolida um ciclo de amadurecimento na governança corporativa.
Além da liquidez (facilidade de comprar e vender a ação), a Copasa reforça sua posição em sustentabilidade. A empresa mantém presença consolidada em outros indicadores vitais da B3, como o Índice de Dividendos (IDIV) e o Índice de Carbono Eficiente (ICO2).
