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Nikolas pede resposta a Haddad, tumulto se instaura e audiência com ministro é encerrada

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Nikolas havia deixado a reunião e retornou fazendo um pedido de questão de ordem (Câmara dos Deputados/Reprodução)

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O tumulto provocado após um pedido de questão de ordem do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) levou ao encerramento da audiência pública conjunta das comissões de Finanças e Tributação e de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, que ouvia o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta quarta-feira (11/6). Com uma confusão generalizada, bate-boca e muita circulação de assessores transmitindo o desentendimento ao vivo nas redes sociais, o presidente da audiência, o deputado Rogério Correia (PT-MG), encerrou a sessão e dispensou o ministro.

A despeito dos pedidos de deputados da oposição para que a sessão continuasse, a confusão imperou e foi inviável seguir com o debate. Após anunciar o encerramento da sessão, deputados da oposição gritaram “fujão” para Haddad.

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Nikolas havia deixado a reunião e retornou fazendo um pedido de questão de ordem, ainda na esteira do desabafo do ministro Fernando Haddad sobre a “molecagem” dos deputados que fizeram questionamentos e deixaram o colegiado.

O parlamentar começou a falar, citando a questão de ordem e enumerando o regimento interno, e já emendando um discurso contra Haddad. “Senhor presidente, na minha ausência aqui, o ministro Haddad falou que estava respondendo elegantemente as perguntas e chamando deputados de mulher. Você acha que tem debate sério com alguém que fala que eu não posso ter 300 milhões de visualizações no vídeo porque não tem 300 milhões de pessoas do mundo que falam português?”, disse Nikolas, quando foi interrompido por Correia.

Correia disse que não queria saber do discurso, mas qual o motivo da questão de ordem. Quando Nikolas disse o motivo, Correia emendou que já havia acatado a questão de ordem para retirar a fala de Haddad sobre molecagem e a resposta do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), que chamou o ministro de moleque, das notas taquigráficas. Com isso, passou a palavra para outro deputado.

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O caos se instalou na sessão, com muita gritaria. Correia ameaçou encerrar a sessão, mas disse que caso os assessores saíssem da sala retomaria o debate. Houve uma tentativa de apaziguamento e até mesmo a deputada Caroline de Toni (PL-SC) foi conversar com Correia. Sem baixar o tom, e com muita gritaria entre deputados da base e oposição, Correia decidiu encerrar a sessão e dispensar Haddad.

Deputados da oposição puxaram, por duas vezes, um coro de “fujão” para o ministro da Fazenda.

Na segunda vez, com Haddad tentando deixar a sala, foram repreendidos pelo líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, que respondeu a gritaria de “fujão” dizendo que os parlamentares “só sabem gritar” e fazendo alusão à “quinta série”, por causa do comportamento dos colegas.

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