Em participação na manifestação da direita na Praça da Liberdade na manhã deste domingo (01/03), o governador Romeu Zema (Novo) reforçou que será candidato à presidência nas eleições do final do ano. Segundo o representante do poder executivo estadual, a concorrência de Flávio Bolsonaro é uma “soma de forças” da direita na disputa pelo cargo. Zema ainda destacou que apoiará qualquer candidato que esteja contra a esquerda em um eventual segundo turno que ele não esteja.
“Não vejo conflito, e sim uma soma de forças. Inclusive, estive com o Bolsonaro em agosto do ano passado, e ele tem a mesma opinião. Quanto mais candidato da direita tivermos, mais fortalecida ela fica. Eu levarei a minha candidatura até o final, e o candidato que estiver contra o PT no segundo turno, terá o meu apoio”, enfatizou o governador.
A briga pela sucessão em Minas também foi citada por Zema, que apoia o atual vice, Mateus Simões (PSD). Questionado sobre uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco, o governador disse que o objetivo é não deixar a oposição retomar o poder no estado.
“Vejo com muita naturalidade (concorrência de Pacheco em Minas), mas meu apoio é ao vice-governador Mateus Simões, que tem sido o meu braço direito. Concorrência nós vamos ter, e que bom, pois temos muita coisa pra mostrar que fizemos aqui. Vejo que a esquerda sempre vem com as propostas milagrosas, mas a verdade é que eles só estragam”, disse Zema.
O governador ainda repudiou os últimos episódios de polêmica na capital federal, como o caso do Banco Master. “Não vamos deixar a farra dos intocáveis continuar lá em Brasília. O brasileiro não ficará quieto assistindo esses absurdos e essa falta de ética e pouca vergonha”, afirmou.
