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Galípolo: juros altos não são escolha do Banco Central

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(José Cruz/Agência Brasil)

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Ao repercutir a fala de Gabriel Galípolo, Izak esclarece que os juros altos no Brasil são sintoma de baixa poupança e desequilíbrio fiscal, e não capricho do Banco Central. O excesso de gastos do governo e o crédito subsidiado pressionam a demanda por dinheiro, elevando as taxas estruturais e exigindo disciplina, não mágica, para serem reduzidas.

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Izak Carlos

É economista-chefe do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Formado em economia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com MBA em Gestão Financeira pela Fundação Getúlio Vargas, mestrado e doutorado em economia aplicada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), já atuou como economista, especialista e consultor econômico da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Izak também é sócio-diretor da Axion Macrofinance e Especialista do Instituto Millenium.

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