Os Correios formalizaram um novo empréstimo de R$ 7 bilhões com garantia da União, ampliando a exposição do Tesouro à estatal em meio a prejuízos bilionários. A operação reacende o debate sobre o custo fiscal da empresa, a necessidade de novos aportes públicos e o papel dos Correios em um mercado de encomendas cada vez mais privado.
