Os mercados preditivos vêm sendo usados para estimar probabilidades em eventos eleitorais, transformando as expectativas dos participantes em preços negociados. Estudos mostram que esses mercados podem produzir sinais úteis e apresentar boa calibração em determinados contextos, mas os resultados variam conforme o período, o tipo de contrato e a composição dos mercados. Dados recentes também apontam que a precisão histórica não garante que uma probabilidade específica represente o resultado de uma eleição.
