As restrições ao comércio internacional de diesel e os conflitos que afetam a produção e o refino de combustíveis aumentam os riscos para países dependentes de importações, como o Brasil. A Rússia mantém limitações às exportações, enquanto os Estados Unidos discutem medidas para priorizar o mercado interno em meio à alta dos preços. O cenário preocupa especialmente o agronegócio e o transporte rodoviário brasileiros, que têm forte dependência do diesel. Para além de medidas de curto prazo sobre os preços nas bombas, o debate envolve a capacidade de refino, a segurança do abastecimento e a preparação do país para novos choques externos.
