Não alinhar a imagem ao ticket que deseja cobrar é um dos erros mais comuns. Você quer vender premium, mas sua presença não transmite valor premium. O resultado aparece em forma de objeções no preço, clientes pedindo desconto e dificuldade em aumentar o faturamento. A incoerência entre digital e presencial também compromete. Uma foto impecável no LinkedIn perde força quando, na reunião do Zoom, o fundo é bagunçado ou a aparência demonstra descuido. Isso quebra a confiança e impede que contratos avancem.
Outro erro recorrente é a falta de consistência visual. Cada post, reunião ou evento mostra uma versão diferente de você, e o mercado simplesmente não memoriza sua marca pessoal. Sem consistência, você vira apenas mais um. A imagem desalinhada ao posicionamento estratégico também cobra seu preço. Uma consultoria que se propõe a vender estratégia milionária não pode se apresentar com roupas genéricas e comuns, pois a percepção será de serviço comum, dificultando a escala e a atração de clientes premium.
Os detalhes também falam por você. Roupa amassada, sapato gasto e acessórios mal escolhidos não reforçam autoridade, mas transmitem falta de profissionalismo, levando o cliente a duvidar do valor que você entrega. Ignorar o poder da primeira impressão é igualmente perigoso. Confiar apenas no currículo ou na fala para conquistar credibilidade demora, e em vendas os segundos iniciais já definem se o cliente vai investir em você.
Por fim, investir apenas no produto e não na percepção de marca pessoal é um equívoco grave. Acreditar que a entrega fala por si pode custar caro, pois clientes acabam fechando com concorrentes menos competentes, mas que se posicionam como autoridade. A sua imagem é parte do seu valor.