Ainda que viva um bom momento em 2026, com a confiança da torcida ao seu lado, o Atlético chega à final da Copa Sul-Americana com um “fantasma” a ser batido: os vices da Libertadores de 2024 e da Sul-Americana de 2025.
Após a classificação do Galo nesta quarta-feira (21/10), diante do Montevideo City Torque, o técnico atleticano, Eduardo Domínguez, falou sobre os traumas anteriores, mas deu uma “receita” para mudar o desfecho neste ano.
“Primeiro, acreditar no time. É muito difícil ganhar finais se você não chegar. Estamos perto disso. Chegamos de uma forma muito consistente, brigando pela Copa do Brasil, brigando pelo terceiro lugar no Brasileiro. A cabeça do grupo é boa. Estou muito contente. Tenho falado muito disso. Não é uma revanche.”
“É outra partida, outra oportunidade para ganhar. Vamos fazer o maior esforço para conseguir o que não se conseguiu nos anos passados. Muitos jogadores têm a oportunidade de repetir, mas alguns outros são novos, como a comissão técnica. Vou falar da cabeça dos meus jogadores: eles querem ganhar, estão acreditando muito mais neles. Isso é muito importante para mim.”
Em outro momento, o técnico pregou tranquilidade até a decisão deste ano e afastou a ansiedade pela partida.
“Estamos muito contentes de chegar a uma final e chegar bem. Da cabeça, sobretudo. Sabemos do poder que tem o Boca. Temos tempo para começar a trabalhar. Temos muitas partidas pela frente para pensar na final. A final se jogará no dia 21 de novembro, não antes. Se não, teremos erros que não queremos ter.”
Assim como citado por Domínguez, o Atlético disputará a final da Copa Sul-Americana no dia 21 de novembro. O adversário será o Boca Juniors, da Argentina. As equipes se enfrentarão em jogo único, em Barranquilla, na Colômbia.
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