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Men At Work faz show lotado em BH e promove encontro de gerações em noite nostálgica

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Noite no BeFly Hall foi marcada por sucessos, memória afetiva e encontro de diferentes gerações (Foto: Reprodução/Samuel Simonetti)

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O reencontro entre gerações embalado por clássicos atemporais marcou a passagem do Men At Work por Belo Horizonte neste domingo (10/5). Em um BeFly Hall lotado, o público acompanhou uma noite marcada pela nostalgia e pelos sucessos que fizeram o grupo australiano se destacar nas décadas de 1980 e 1990.

O cenário chamou atenção pela presença de muitas famílias, especialmente mães comemorando o Dia das Mães ao lado dos filhos. Enquanto boa parte da plateia era formada por millenials que cresceram ouvindo as músicas da banda nas rádios, muitos jovens da geração Z tiveram ali o primeiro contato ao vivo com o grupo, após escutá-los somente no streaming.

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O início da apresentação teve um clima mais tranquilo, com músicas menos conhecidas e mais momentos instrumentais. Nesse contexto, o baixista cubano Yosmel Montejo ganhou destaque com um solo envolvente que ajudou a elevar a empolgação do público, funcionando como uma espécie de aquecimento para os grandes sucessos da noite.

A primeira grande catarse aconteceu com “It’s a Mistake”. O público acompanhou a letra do começo ao fim, em uma cena que mostrou a força das músicas da banda mesmo décadas após o auge do grupo.

Destaques no palco e conexão com o público

No palco, Colin Hay mostrou disposição durante toda a apresentação. Único integrante remanescente da formação original, o cantor de 72 anos manteve boa presença de palco e foi bastante celebrado pelo público, principalmente nos maiores sucessos da banda.

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A voz segue firme, sustentando notas longas e preservando características marcantes das gravações clássicas. Além disso, chamou atenção o carisma do vocalista, conduzindo a apresentação com leveza e demonstrando carinho pelo Brasil. No fim do show, Hay até arriscou um samba, mostrando que estava completamente à vontade em BH.

Outro destaque da noite foi Rachel Mazer. Responsável pelos teclados, saxofone e flauta, a jovem musicista conduziu dois dos momentos mais marcantes da apresentação. Em “Who Can It Be Now?”, o sax apareceu como protagonista e arrancou uma das maiores reações do evento. Já em “Down Under”, a flauta conduziu o trecho mais aguardado do show, acompanhado em coro por um público que, àquela altura, já estava completamente de pé.

Legado segue vivo e atravessando gerações

No fim, o show do Men At Work em Belo Horizonte terminou com a sensação de mais do que dever cumprido. Em uma apresentação marcada pela forte conexão com o público, a banda emocionou diferentes faixas etárias presentes no BeFly Hall. Entre públicos de idades distintas, o grupo australiano mostrou que seus clássicos seguem atuais tanto no palco quanto na memória coletiva.


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Arthur Albuquerque

Jornalista que cobre o dia a dia do futebol brasileiro para o digital da Rede 98. Acumula passagem pela TV Alterosa entre 2021 e 2023.

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