O fim do contrato temporário de centenas de servidores da saúde e médicos de Belo Horizonte prejudica o atendimento em Unidades Básicas da cidade. Salas de vacinação e de farmácia estão com os serviços reduzidos, e há relatos de atrasos das consultas dos pacientes.
Levantamento divulgado pelo vereador Bruno Pedralva (PT) mostra que foram dispensados 334 servidores em 153 centros de saúde. Os trabalhadores eram técnicos de enfermagem, médicos, enfermeiros, técnicos em farmácia, agentes comunitários de saúde, e servidores do Núcleo de Apoio à Saúde Familiar.
Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde explicou que os desligamentos registrados ocorreram em razão do encerramento de contratos temporários, conforme previsto nos vínculos estabelecidos.
Afirmou, ainda, que os processos de renovação e novas contratações já estão em andamento, com o objetivo de garantir a continuidade da assistência e a manutenção dos serviços prestados à população.
A Prefeitura não informou a previsão para as novas contratações. Belo Horizonte está em situação de emergência em saúde desde abril deste ano por causa da alta de casos de doenças respiratórias.
