A aproximação do processo eleitoral costuma elevar a volatilidade dos ativos financeiros no mercado doméstico. Decisões tomadas com base em pesquisas de momento ou convicções políticas elevam a exposição ao risco. Essa tentativa de antecipar o resultado das urnas frequentemente resulta em perdas expressivas de capital. Com grande parte da poupança concentrada no Brasil, o investidor fica vulnerável às oscilações do curto prazo. Especialistas apontam que a gestão patrimonial eficiente exige disciplina em relação ao perfil individual. O foco do planejamento financeiro deve permanecer na capacidade contínua de poupança ao longo do tempo. A preservação dos recursos depende da diversificação de classes e do respeito aos limites pessoais de tolerância.
