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TSE barra 14 entidades estrangeiras de observar eleições de 2026

Por Igor Teixeira • Rede 98
30/09/2026 15:00 Atualizado há 1 hora
(Foto: Luiz Roberto/TSE)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou pedidos de 14 entidades estrangeiras que pretendiam acompanhar as eleições brasileiras de 2026 como observadoras internacionais. Entre as organizações barradas estão o Foro Madrid, ligado ao partido espanhol Vox, e a Alternativa Democrática Nacional (ADN), de Portugal. A Corte, por outro lado, autorizou a participação de outras missões internacionais no pleito, marcado para começar neste domingo (4/10).

Também tiveram os pedidos rejeitados a Transparencia Electoral, da Argentina, e o Eurolat Global Democracy Forum, da Espanha.

As decisões sobre o credenciamento ocorrem na reta final para o primeiro turno das eleições.

O que fazem os observadores

As missões internacionais podem acompanhar diferentes etapas do processo eleitoral brasileiro, desde a preparação das urnas até a votação, apuração e totalização dos resultados.

O objetivo é acompanhar o cumprimento das normas eleitorais e a realização do processo de votação. O TSE também utiliza as missões como instrumento para ampliar a transparência e avaliar possíveis aperfeiçoamentos no sistema eleitoral.

Outras entidades foram autorizadas

Apesar das negativas, o TSE autorizou outras organizações internacionais a acompanhar as eleições brasileiras.

Entre elas estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União Europeia e o Carter Center.

Ao todo, o Tribunal informou que receberá observadores e juízes internacionais de mais de 80 países e organismos multilaterais durante as eleições de 2026.

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Igor Teixeira
Igor Teixeira
Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA, é repórter de política da 98FM. Tem passagens pela TV Alterosa e Itatiaia.