Gabriel Veneno e Riquelme são considerados duas das principais promessas das categorias de base do Atlético, mas vivem momentos diferentes na caminhada rumo ao time profissional. Aos 17 anos, os dois já foram relacionados para partidas do elenco principal, mas ainda não fizeram a estreia.
Após a vitória do Galo por 1 a 0 sobre o Bragantino, nesse sábado (3/10), na Arena MRV, Eduardo Domínguez explicou o que falta para os jovens ganharem uma oportunidade. Na avaliação do treinador, Riquelme é quem está mais próximo de ter minutos.
O atacante ficou afastado dos treinamentos do profissional por causa de uma questão contratual. A situação foi resolvida com a renovação do vínculo até dezembro de 2029, oficializada em agosto. Agora, segundo Domínguez, o jogador voltou a treinar bem e deve passar a ter oportunidades junto ao elenco.
“E com Riquelme, já falamos com a diretoria. Houve uma situação contratual, de documentos, de assinatura, por isso não estava com a gente. Agora, ele está treinando bem, com oportunidade para estar com a gente”, explicou o técnico.
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A situação de Gabriel Veneno, por outro lado, exige mais cautela. Também com 17 anos, o atacante já apareceu entre os relacionados do time principal, inclusive em 2025 e nesta temporada, mas ainda não entrou em campo.
Para Domínguez, o principal ponto neste momento é a parte física. O treinador entende que Veneno ainda precisa ganhar força antes de ser utilizado com mais frequência no profissional.
“Veneno é muito jovem ainda. Não queremos que ele tenha algumas situações que ele tenha dúvidas com ele mesmo. A parte física ainda tem que crescer”, afirmou.
Riquelme e Veneno fazem parte da “Geração 2009” do Galo, campeã do Campeonato Brasileiro Sub-17 no ano passado e vice-campeã da Copa do Brasil Sub-17 em 2026, que reúne as principais joias das categorias de base do Atlético.
