A jogadora Tifanny e o Osasco Vôlei entraram na Justiça comum para tentar garantir a participação da oposta na partida contra o Praia Clube, nesta sexta-feira (16/10), pela Supercopa de vôlei. O pedido também busca liberar a atleta para disputar a Superliga, que começa na próxima semana.
No momento, Tifanny está impedida de disputar competições nacionais e internacionais que seguem as novas regras da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e do Comitê Olímpico Internacional (COI). A CBV passou a permitir a participação na categoria feminina apenas de atletas do sexo biológico feminino e exige um teste genético com resultado negativo para o gene SRY.
Tifanny pôde jogar normalmente o Campeonato Paulista, pois a competição começou antes da entrada em vigor das novas regras nacionais. Na quinta-feira (15/10), porém, a CBV aceitou as inscrições das demais jogadoras do Osasco para os torneios nacionais, mas deixou o registro da oposta pendente e, depois, negou sua inscrição.
Após a decisão, os advogados da atleta e do clube recorreram ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar conseguir uma autorização provisória para que ela pudesse jogar enquanto o caso fosse analisado. O pedido foi negado na manhã desta sexta-feira (16/10), e a defesa decidiu recorrer à Justiça comum para tentar garantir a participação de Tifanny na Supercopa e na Superliga.
