Os irmãos Emicida e Evandro Fióti travam uma briga no Tribunal de Justiça de São Paulo após uma ruptura profissional de 16 anos. A questão é que Emicida acusa Fióti de transferir R$6 mi da Laboratório Fantasma, empresa em que eram sócios, para sua conta pessoal sem autorização. Por outro lado, Fióti contesta a divisão dos lucros e a forma como o negócio vinha sendo gerido.
De acordo com o Portal Leo Dias, o rompimento dos irmãos foi firmado em novembro de 2024, quando Emicida pediu o desligamento de Fióti do quadro societário da empresa. Em dezembro assinaram um contrato que estabelecia os acordos para a saída de Evandro.
Fióti alega um descumprimento de Leandro (nome de batismo de Emicida) do acordo e pede o bloqueio das contas da Lab Fantasma.
Os advogados de Emicida contestam a versão de Fióti e afirmam que a diferença no repasse de verbas se dá em função da estrutura societária, no qual o rapper é sócio majoritário com 90% das ações, enquanto Fióti é detentor de apenas 10%.
A separação profissional dos irmãos foi comunicada nas redes sociais de ambos no último dia 28 de março, para a surpresa dos fãs. Fundada em 2009, a Lab Fantasma, que se define como um “coletivo de amantes de arte urbana”, rendeu projetos frutíferos a Emicida e Fióti. Desde a administração da carreira do rapper, até venda de produtos que representam a cultura hip-hop.
O processo corre em segredo de justiça e, até o momento, não há um posicionamento oficial das partes envolvidas.