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Bons fundos contam com uma base de investidores alinhados com sua estratégia e não sofrem resgates motivados por simples variações de risco de mercado ou flutuações nos preços ao longo do tempo, algo que observamos com frequência (Foto: Reprodução/Freepik).

Bons fundos contam com uma base de investidores alinhados com sua estratégia e não sofrem resgates motivados por simples variações de risco de mercado ou flutuações nos preços ao longo do tempo, algo que observamos com frequência (Foto: Reprodução/Freepik).

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No Visão Macro de hoje, vamos falar sobre um tema bastante relevante. Em geral, temos um bom instrumento para absorver a conjuntura econômica, positiva ou negativa, dentro da alocação do nosso patrimônio e da perpetuação da poupança. Esse é o caso, principalmente, dos fundos, em especial os fundos multimercados com estratégia focada em macroeconomia.

Mas parte da análise não depende simplesmente de quanto esse fundo rendeu no passado. É necessário adotar uma abordagem quantitativa muito mais relevante, além da qualitativa, que deixaremos para o próximo Visão Macro.

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No caso da análise quantitativa, o que fazemos é basicamente olhar para o passado. Embora avalie o desempenho anterior, ela fornece informações importantes para quem está alocando recursos. Uma das métricas mais relevantes recai sobre a maior perda realizada por um fundo e se ela está ou não dentro do mandato atual, em termos de utilidade e gestão de riscos que o gestor promove. Além disso, é fundamental observar o prazo médio de recuperação após o chamado maximum drawdown.

Outra forma de análise quantitativa é considerar a qualidade do passivo do fundo, no que diz respeito à gestão desse mesmo fundo. Ou seja, bons fundos contam com uma base de investidores alinhados com sua estratégia e não sofrem resgates motivados por simples variações de risco de mercado ou flutuações nos preços ao longo do tempo, algo que observamos com frequência.

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Aqui, precisamos conectar esses pontos de forma bastante relevante: a capacidade de utilizar instrumentos para absorver a conjuntura econômica também deve operar a nosso favor, seja em cenários positivos ou negativos.

A boa análise da gestão dos fundos, da qualidade dos gestores e das equipes também é um fator que importa bastante. Isso será abordado com mais profundidade na próxima edição.

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Gustavo Andrade

Mestre em Economia pela UFMG (ênfase em microeconometria e finanças), com extensão pela London School of Economics. É docente em Economia e Finanças em faculdades renomadas, além de ter atuado ativamente como gestor e estrategista de portfólios desde 2013. Atualmente, além da docência em magistério superior, também atua como gestor de risco da Virtus Nexus Asset Management.

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