PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Um dedo de prosa e café ‘quentin’ estão de volta ao coração de BH; Café Nice já tem data para reabrir

Siga no

O Café Nice está localizado na avenida Afonso Pena, no coração de BH (João Renato Faria/98)

Compartilhar matéria

A pausa para o ‘cafézinho’ no hipercentro de Belo Horizonte ficará mais gostosa e emblemática em breve. É que o Café Nice, tradicional ponto de encontro na avenida Afonso Pena, já tem data para reabrir as portas ao público: 24 de setembro.

A reabertura só é possível graças ao projeto Abrace o Nice, movimento de financiamento coletivo que propôs a união de forças da iniciativa privada, de instituições e da comunidade para preservar a memória viva da cidade. Por conta de dificuldades financeiras, o estabelecimento esteve perto de encerrar as atividades em 2024.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), uma das parceiras no financiamento coletivo, Marcelo de Souza e Silva destaca a revitalização como uma oportunidade de fortalecer o comércio local e devolver à cidade um espaço de convivência que marcou gerações.

“O Café Nice viu a cidade e o comércio se transformarem. E muitas gerações também presenciaram essas transformações junto ao balcão do Nice. Essa revitalização resgata nossa história e impulsiona o comércio na Praça Sete”, defende.

Além da CDL/BH, participam do projeto Abrace o Nice a Oficina Paraíso, o empresário e jornalista Gabriel Azevedo, o Banco Mercantil e a produtora de aço Gerdau, mais nova integrante do grupo. Antes da abertura ao público, em 24 de setembro, haverá uma cerimônia oficial para imprensa e autoridades no dia 23.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Legado

Fundado em 1939, o Café Nice foi uma homenagem do Sr. Heitor Rezende ao café homônimo do Rio de Janeiro. Logo se tornou um ícone da Praça Sete e passou a ocupar um lugar fundamental na história de Belo Horizonte, reforçando a importância do Café Nice Belo Horizonte.

O Café Nice era frequentado por artistas, jornalistas, políticos, músicos e intelectuais. Tornou-se um verdadeiro salão cultural informal, onde ideias eram trocadas, projetos artísticos eram gestados e movimentos culturais ganhavam força.

Foi um espaço de sociabilidade criativa, por onde circularam nomes importantes da cena mineira e nacional.

Em muitos sentidos, o Nice ajudou a construir a identidade artística da cidade, conectando BH aos debates nacionais sobre arte, política e comportamento.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Compartilhar matéria

Siga no

Thiago Cândido

Jornalista pela UFMG. Repórter na 98 desde 2025. Participou de reportagens vencedoras do Prêmio CDL/BH de Jornalismo 2024 e Prêmio Mercantil de Jornalismo 2025.

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Inscrições para eleição do COMPIR-BH terminam nesta sexta (13)

Chove forte em todas as regionais de BH nesta quinta-feira

Motoristas reclamam de mudanças no trânsito na Avenida dos Andradas, em BH

‘Seu pai veio da África e não tinha horário de almoço e descanso’: homem é condenado por injúria racial em BH

VÍDEO: acidente entre caminhões deixa motorista preso às ferragens e forma ‘corredor de fogo’ na Fernão Dias

Prefeito de Sabará detalha ações após tempestades e fala sobre buscas por jovem desaparecido

Últimas notícias

Nos pênaltis, América é eliminado da Copa do Brasil pelo Barra-SC

Promessa da base do Atlético sofre lesão no joelho e vira desfalque

Viana recorre ao STF para prorrogar investigações da CPMI do INSS

Cruzeiro tem menos de 50% de aproveitamento sem Kaio Jorge

Moraes nega visita de assessor de Trump a Bolsonaro na Papudinha

CBF lança nova camisa 2 da Seleção Brasileira em parceria com marca de Michael Jordan; confira

Corte de impostos pode resultar em queda de R$ 0,64 no litro do diesel; especialista analisa

Associações de imprensa repudiam busca e apreensão a jornalista que criticou Dino

PROMO: Concorra a um par de ingressos para Cruzeiro x Vasco, neste domingo (15/3)