PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Ministro do Turismo diz que mercado regulou preços da hospedagem durante a COP e descarta nova regulamentação

Siga no

O ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que o governo não precisou intervir nos preços da hospedagem em Belém durante a COP30 (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

Compartilhar matéria

O ministro do Turismo, Celso Sabino, afirmou que o governo não precisou intervir nos preços da hospedagem em Belém durante a COP30. Em entrevista ao Bom Dia, Ministro, ele disse que os valores inflados divulgados antes do evento eram casos isolados e foram corrigidos pelo próprio mercado.

“Quando se falava que os preços estavam absurdos, eram análises pontuais feitas a partir de alguns anúncios na internet. Pegaram uma casa que estava anunciada por R$ 1 milhão, mas essa casa não foi alugada, baixou para 500 mil, depois para 250 mil”, afirmou.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“O mesmo ocorreu com hotéis: diárias inicialmente listadas em 12 mil reais caíram para 10 mil, depois para 3 mil, até chegarem a valores muito mais baixos”, continuou o ministro.

Celso Sabino explicou que Belém se preparou para receber entre 50 mil e 60 mil pessoas ao longo do evento, em períodos distintos, e que o planejamento incluiu a chegada de dois grandes transatlânticos para reforçar a capacidade de hospedagem.

“Está tendo hospedagem para todo mundo, está tendo preço justo. Trouxemos os transatlânticos, e eles estão funcionando: muita gente está hospedada neles”, ressaltou.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Sabino afirmou, ainda, que o Brasil já possui instrumentos suficientes para lidar com eventuais abusos, citando o Código de Defesa do Consumidor e a estrutura especializada para tratar de conflitos nessa área. Por isso, descarta a criação de novas regras específicas para grandes eventos.

“Não vejo, neste momento, necessidade de fazer regulamentação especial. O Brasil já organiza Fórmula 1, Carnaval no Rio e em Salvador, o Círio de Nazaré em Belém, o Festival de Parintins, o São João de Belo Horizonte. Esses grandes eventos o próprio mercado regula”, disse.

Para o ministro, oscilações de preços são comuns em destinos que recebem grandes acontecimentos. “É fato que, quando tem Fórmula 1 em Mônaco ou grandes corridas em Londres e Boston, os preços dos aluguéis e dos hotéis decolam. Isso é tratado com naturalidade pelo mercado”, concluiu.

Compartilhar matéria

Siga no

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG e repórter da Rede 98 desde 2024. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagens premiadas pela CDL/BH em 2022 (2º lugar) e em 2024 (1º lugar).

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Brasil

Forbes lista 70 brasileiros bilionários em 2026; saiba quem são os mais ricos do Brasil

Cirque du Soleil retorna ao Brasil em 2026 com espetáculo ‘Alegría – Um Novo Dia’

MP de São Paulo pede inquérito para investigar ameaças a Vorcaro e familiares

Ex-namorada de Vorcaro diz sofrer ‘grave violência’ com divulgação de mensagens e avalia ir à Justiça

PRF encontra carro abandonado com 18 animais a bordo em Pernambuco

Brasil busca parceria com Europa para exploração de minerais críticos

Últimas notícias

Netflix lança trailer de documentário sobre Hillel Slovak sob críticas do Red Hot Chili Peppers

Irmão de Marcelo Moreno se revolta após ausência do atacante em convocação da Bolívia: ‘Vamos Suriname’

Entregadores de aplicativos criticam proposta do governo: ‘trocar uma enganação pela outra’

Dono do Porks inaugura Balcão Savassi em BH com foco em defumados e fermentação natural

Conflitos globais forçam empresas a adotar remoto

Tensão entre EUA e Irã derruba bolsas e eleva petróleo

Defesa Civil emite alerta de chuva extremamente forte para BH nas próximas horas

Netflix desiste de compra e recebe multa bilionária

Walace vira alvo de colegas após pancadaria no clássico e ganha apelido de ‘Jon Jones’