PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

STF mantém prisão de Filipe Martins após audiência de custódia

Siga no

O ex-assessor foi condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista (Foto: Arthur Max/MRE)

Compartilhar matéria

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro, depois de realizada audiência de custódia na tarde desta sexta-feira (2). O ex-assessor foi condenado a 21 anos de prisão por participação na trama golpista.

A audiência por videoconferência, a partir da cadeia Pública de Ponta Grossa (PR), cidade em que ele foi preso, foi realizada pela juíza auxiliar do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, Flávia Martins de Carvalho. O ministro considerou que foi comprovado o descumprimento da medida cautelar de proibição de uso de redes sociais.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social, não havendo qualquer pertinência da alegação defensiva no sentido de que as redes sociais foram utilizadas para ‘preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa’”, escreveu Moraes.

No último sábado (27), Moraes decretou ao condenado a prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. Porém, Martins teria descumprido medidas cautelares da ação penal, especificamente a proibição de uso de redes sociais próprias ou por terceiros.

De acordo com a decisão pela prisão preventiva, uma denúncia foi recebida em 29 de dezembro, juntada aos autos, de que o ex-assessor da Presidência da República teria usado a rede social profissional Linkedin para a busca de perfis de outras pessoas.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Na segunda-feira, Moraes notificou a defesa de Martins e concedeu prazo de 24 horas para esclarecimentos sobre o caso. No entanto, os advogados dele alegaram que Filipe Martins não tinha credenciais de acesso às contas de suas redes sociais e não poderia publicar conteúdos: “não praticou qualquer ato em tais plataformas desde período anterior à imposição das atuais restrições cautelares.”

Na decisão, Moraes frisou que Martins teve “total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas, em virtude de que, ao fazer uso das redes sociais, ofende as medidas cautelares aplicadas, assim como, todo o ordenamento jurídico”.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Notícias

Jair Bolsonaro é levado ao hospital após mal-estar, diz Flávio

Viana recorre ao STF para prorrogar investigações da CPMI do INSS

Moraes nega visita de assessor de Trump a Bolsonaro na Papudinha

Associações de imprensa repudiam busca e apreensão a jornalista que criticou Dino

Flávio pede apoio a Ratinho no 1º turno; aliados lembram pacto descumprido em 2024

PGR pede transferência de joias sauditas de Bolsonaro para Receita Federal

Últimas notícias

Duplicar a estrada, furar o bloqueio do atraso

Cruzeiro defende tabu de quase 10 anos contra o Vasco no Mineirão

EUA abrem nova investigação comercial contra o Brasil e outros 59 mercados

Previsão do tempo: fim de semana em BH terá céu nublado e pancadas de chuva

Governo de Minas nomeia Cássia Ximenes como nova secretária de Comunicação Social

Nos pênaltis, América é eliminado da Copa do Brasil pelo Barra-SC

Promessa da base do Atlético sofre lesão no joelho e vira desfalque

Cruzeiro tem menos de 50% de aproveitamento sem Kaio Jorge

CBF lança nova camisa 2 da Seleção Brasileira em parceria com marca de Michael Jordan; confira