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Banco Mundial vê América Latina com crescimento moderado até 2027, abaixo da média histórica

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Relatório do Banco Mundial prevê crescimento moderado (Pixabay)

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O crescimento econômico da América Latina deve permanecer moderado em 2026 e 2027, em um ambiente marcado por incerteza de políticas, comércio externo mais fraco e desafios domésticos em grandes economias da região, segundo o relatório Perspectivas Econômicas Mundiais do Banco Mundial, divulgado nesta terça-feira, 13. A instituição avalia que, apesar de alguma melhora em relação a 2025, a região segue crescendo abaixo das médias históricas.

De forma geral, o Banco Mundial estima que o crescimento da América Latina e do Caribe tenha ficado em 2,2% em 2025, redução ante estimativa anterior de 2,3% e desaceleração ante resultado de 2,4% em 2024, refletindo demanda externa fraca, incerteza de políticas e condições financeiras ainda restritivas.

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Para 2026, a instituição projeta aceleração do PIB regional a 2,3%, queda ante projeção anterior de 2,4%, sustentada por melhora da demanda doméstica e flexibilização monetária gradual em várias economias. Em 2027, o crescimento deve avançar a 2,5%, ainda abaixo das médias observadas antes da pandemia, em meio a limitações estruturais e riscos associados ao ambiente global.

Na Argentina, o Banco Mundial estima crescimento de 4,6% em 2025, revertendo contração de 1,3% em 2024, antes de desacelerar a 4% em 2026 e permanecer neste nível em 2027. Antes, as projeções eram de PIB de 5,5% em 2025 e de 4% neste ano. Além das incertezas políticas, episódios de pressão cambial e juros de mercado mais elevados tendem a pesar sobre a demanda interna, apesar do apoio externo.

Já o crescimento do México desacelerou de 1,4% em 2024 para 0,2% no ano passado, estima o relatório. Neste ano, contudo, o PIB mexicano deve se recuperar e avançar 1,3%, acima da previsão anterior de 1,1%, acelerando a alta de 1,8% em 2027. Conforme a instituição, o investimento e o comércio continuam contidos por disputas tarifárias e a revisão pendente do acordo comercial com os EUA e o Canadá (USMCA).

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No Chile, o Banco Mundial estima crescimento estável de 2,6% em 2025, acima da estimativa anterior de 2,1%, mas desaceleração nos anos posteriores, a 2,2% em 2026 e a 2,1% em 2027, em ambiente de recuperação gradual da demanda doméstica, conversão gradual dos juros para nível neutro e investimentos em mineração

Na Venezuela, o relatório alerta que as perspectivas seguem “altamente incertas”, condicionadas à evolução das sanções, da produção de petróleo e do ambiente político, o que limita a previsibilidade do crescimento e mantém riscos elevados para a economia.

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