PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Motta diz que pretende votar em maio a PEC que acaba com a jornada 6×1

Siga no

Para Motta, "há uma boa vontade para partidos da oposição e da base governista em fazer discussão" do projeto (Arquivo EBC)

Compartilhar matéria

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira, 10, que pretende votar em maio a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a jornada de trabalho 6×1. Segundo ele, a relatoria será definida na semana após o Carnaval.

“Daremos o prazo para que a CCJ Comissão de Constituição e Justiça possa discutir a admissibilidade. Depois, vamos criar a comissão especial e estabelecer um prazo para quem sabe no mês de maio, no mês de trabalhador, possamos ter essa discussão concluída e a matéria sendo votada na Câmara dos Deputados, com toda a responsabilidade que o tema requer”, disse.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

As declarações ocorreram nesta terça-feira, 10, em participação virtual na conferência do banco BTG Pactual, realizada em São Paulo.

Segundo ele, porém, a discussão não será feita “à toque de caixa” e que deve conversar com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobre o projeto.

“Não é uma matéria a ser votada a toque de caixa. Ela tem impacto sobre o custo. Entendemos que o trabalhador precisa discutir, principalmente com o avanço das nossas tecnologias, com a automação, com aquilo tudo que a sociedade hoje se permite viver no que diz respeito a instrumentos de trabalho, podemos também discutir sobre um tempo de qualidade para o trabalhador”, falou o presidente da Câmara.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para Motta, “há uma boa vontade para partidos da oposição e da base governista em fazer discussão” do projeto.

Na segunda-feira, 9, Motta decidiu apensar a PEC da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) a outra PEC similar apresentada em 2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estava estagnada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

No mesmo dia, o presidente da Câmara disse que a discussão sobre a redução da jornada de trabalho se tornou “inadiável” e que o Congresso Nacional quer puxar para si o protagonismo na pauta. A expectativa é de que a PEC seja analisada na CCJ e, em seguida, por uma comissão especial, antes de ser apreciada no plenário em dois turnos.

‘Pauta da sociedade’

Motta disse que a prioridade da Câmara em 2026 será de uma “pauta da sociedade”, como a PEC da Segurança. Ele reafirmou que o projeto deve ser votado na Casa após o Carnaval.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O deputado falou que a Câmara sobre o “diálogo permanente com a equipe econômica” do governo e citou projetos como a reforma tributária, mas disse não esperar concentração de votações na pauta econômica. “Inauguramos o ano de 2026 sem termos uma pauta, digamos, densa do ponto de vista de aumento de arrecadação, de matérias econômicas mais complexas. Nós temos muito mais uma pauta de diálogo com a sociedade”, declarou.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Política

Itamaraty nega visto a diplomatas dos EUA que viriam ao Brasil questionar urnas eletrônicas

Lançamento de Flávio Bolsonaro pelo PL terá discurso de Milei e vídeo de Michelle

Bolsonaro apresenta melhora após crise de soluços, mas segue com instabilidade no equilíbrio

Tarifaço não altera avaliação do governo Lula, aponta Datafolha

Datafolha: Lula venceria Caiado e Zema em simulações de segundo turno

Datafolha: Lula tem 48% e Flávio Bolsonaro, 43%, em eventual segundo turno

Últimas notícias

Atlético encara o Palmeiras buscando voltar à parte de cima da tabela; saiba onde assistir

Atlético perde titular de última hora para partida contra o Palmeiras

Lula usa convenção de Haddad para mandar recado: ‘não meta o dedo nas nossas eleições’

Cruzeiro enfrenta o Botafogo visando ‘colar’ no G-5; saiba onde assistir

Cruzeiro anuncia a demissão de Mairon César, técnico campeão da Copinha 2026

Ao som de ‘Panic Show’, Milei dança com Flávio Bolsonaro durante convenção do PL

PL oficializa Flávio Bolsonaro como candidato à presidência

Atlético abre conversas com Juanfer Quintero após rescisão com o River Plate

Eleições 2026: Tarcísio diz que Flávio vai honrar o legado de Jair Bolsonaro