PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Fifa faz ‘reunião de crise’ para discutir Copa do Mundo após ataque dos EUA ao Irã, diz jornal

Siga no

Dirigentes da Fifa discutiram Copa do Mundo nos Estados Unidos após ataque do país ao Irã, diz jornal britânico The Times. (Foto: Chip Somodevilla/AFP)

Compartilhar matéria

Os dirigentes da Fifa realizaram “reuniões de crise” neste sábado, 28, para discutir possíveis repercussões na Copa do Mundo dos ataques militares dos Estados Unidos e Israel ao Irã, de acordo com o jornal britânico The Times.

Os encontros ocorreram após a assembleia geral da International Board (IFAB), órgão responsável pela regulamentação das regras do futebol, sobre mudanças que serão incorporadas a partir da Copa do Mundo.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Tivemos uma reunião hoje e é prematuro comentar em detalhes, mas vamos acompanhar os desenvolvimentos em torno de todas as questões ao redor do mundo”, afirmou secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom.

“Continuaremos a nos comunicar como sempre fazemos com os três governos (anfitriões), como sempre fazemos em qualquer caso. Todos estarão seguros”, afirmou.

A ação militar deste sábado também levou figuras do futebol a questionarem, em caráter reservado, a decisão do presidente da Fifa, Gianni Infantino, de criar um prêmio da paz da Fifa, outorgado ao presidente Trump em dezembro.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A entrega do prêmio ocorreu em meio à escalada de tensão entre Estados Unidos e Venezuela, quando Washington já ensaiava uma operação militar que acabou sendo concluída em janeiro. O ditador Nicolás Maduro foi capturado e transferido para Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico.

A entrega da honraria para reconhecer personalidades que, em tese, contribuiriam para a paz, a um líder que vem comandando seguidas operações militares pode gerar críticas e levantar questões sobre a neutralidade da entidade esportiva.

Procurada pelo Estadão neste sábado, após os ataques ao Irã, a entidade não se manifestou.

Os Estados Unidos, juntamente com México e Canadá, serão os anfitriões do torneio a partir do dia 11 de junho. O Irã, já classificado para o Mundial, tem seus jogos da fase de grupos marcados o território americano, em Los Angeles e um em Seattle

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Embora difícil medir diretamente a posição de atletas e delegações, os conflitos recentes aumentam a pressão sobre representantes esportivos e federações. Ainda não há anúncios oficiais de boicotes ou sanções esportivas em resposta ao conflito.

Compartilhar matéria

Siga no

Webstories

Mais de Entretenimento

Mais de Esportes

IFAB anuncia ampliação do protocolo do VAR e regras ‘anti-cera’

Cristiano Ronaldo anuncia compra de 25% de tradicional clube espanhol

Sensação do futebol europeu fatura valor milionário após eliminar Inter de Milão

Cabe no seu time? Marcelo Gallardo anuncia saída do River Plate e agita o mercado

UEFA suspende atacante do Benfica acusado de racismo contra Vinícius Júnior

Alerta ao turista: sedes dos EUA na Copa 2026 exigem deslocamentos interestaduais

Últimas notícias

Conselho de Segurança faz reunião de emergência após ataques ao Irã

América busca o retorno do atacante Mastriani

Donald Trump confirma a morte de Ali Khamenei, líder supremo do Irã

Em coletiva, Lula promete casas aos desabrigados da Zona da Mata mineira: ‘assumo o compromisso’

Netanyahu afirma ter sinais de que Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu

Itamaraty desaconselha viagens a 11 países após ataque ao Irã

Ataques de EUA e Israel ao Irã deixam mais de 200 mortos, diz imprensa iraniana

Lula visita Zona da Mata e promete assistência do Governo Federal

Na véspera da decisão, Paulo Bracks, Pedro Daniel e Rafael Menin acompanham treino do Atlético